Índice das dicas

Acompanhe por aqui as dicas do Hardware.com.br. As dicas são textos curtos, com de duas a três páginas, que contém alguma dica específica relacionada a Linux, Windows, redes, servidores, hardware ou outros temas dentro da área técnica. O tema pode ser a utilização básica de um programa, a instalação de uma distribuição, ensinar a resolver um problema ou instalar algum periférico difícil, por exemplo.

Instalando Apache2 + PHP5 com mod_security no Debian Squeeze.

O ModSecurity (http://www.modsecurity.org) é um firewall de aplicação que é executado como um módulo do servidor Web Apache. O WAF (Web Application Firewall), ou firewall de aplicação, tem por objetivo bloquear diversos tipos de ataques, como o Cross-Site Scripting (XSS), SQL Injection, Command Injection, ASP e PHP Injection, Trojans & Backdoors Detection, dentre outros, que variam de acordo com as regras existentes

5 comentáriosPor Edson Dias Pereira Junior. Revisado 9 de fevereiro de 2012 às 08h45

Eternize seus dados no Android.

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6 comentáriosPor Lord Enigm@. Revisado 1 de fevereiro de 2012 às 14h24

Instalando pendrives no Windows98

12 comentáriosPor Lord Enigm@. Revisado 1 de fevereiro de 2012 às 19h49

Dicas e instalação do CyanogenMod 7.1

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17 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 11 de outubro de 2011 às 17h27

Instalando o Windows 8 preview a partir de um pendrive

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25 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 15 de setembro de 2011 às 19h06

Mais autonomia: Calibrando a bateria no Android

Uma queixa comum de usuários do Android é que em muitos casos, a autonomia da bateria pode cair com o tempo, fazendo com que um aparelho que antes aguentava um dia inteiro de uso pesado com uma única carga passe a pedir água no meio da tarde, por exemplo. Esta redução pode começar pequena e ir se acentuando com o tempo, sintomas que podem ser confundidos com o de uma bateria envelhecendo, embora a causa real nada tenha a ver com a saúde da bateria. Esta dica ajuda a solucionar o problema.

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44 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 26 de agosto de 2011 às 10h53

Dica: Preservando computadores sem uso

Hoje em dia, a evolução dos PCs se tornou muito mais lenta e previsível e mesmo PCs low-end ou antigos são ainda capazes de prestar bons serviços. Com os PCs "aguentando" mais tempo, podem haver situações onde você pode desejar preservar um notebook ou PC sem uso para o futuro, quando você for eventualmente precisar dele. Vamos então aos cuidados básicos para evitar a deterioração dos componentes.

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36 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 26 de julho de 2011 às 10h10

VAs, Watts, fator de potência e PFC

Como bem sabemos, o consumo elétrico do PC é medido em watts/hora, que se acumulam ao longo do mês, formando os kilowatts-hora que pagamos na conta de luz. Além do consumo em watts temos também o consumo aparente, medido em VA e o fator de potência, que indica a diferença entre os dois. Como se não bastasse, temos também o PFC, um circuito adicional usado para corrigir a diferença. Se você não sabe explicar a diferença entre watts e VA, e não sabe o qual e a diferença entre uma fonte de alimentação com e sem PFC, esta dica é para você. :)

16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20 de julho de 2011 às 14h46

Criando uma sessão exclusiva para o navegador: um 'Chrome OS' no Ubuntu

O Chrome OS é um sistema do Google constituído basicamente de um navegador, ou seja, você só usa basicamente aplicativos Web nele; seguindo esta tendência, existe ainda um novo recurso no Mac OS X que permite iniciar seu sistema para somente um navegador. Esta dica permite com que você adicione um modo "somente navegador" ao seu Ubuntu, deixando-o, quando quiser, parecido com o Chrome OS. A ideia básica é rodar somente o Chrome (navegador) ou o Firefox na inicialização da máquina ou da sessão, sendo esta encerrada quando o navegador é fechado. Interessante, não?

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11 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 24 de junho de 2011 às 10h52

Pendrives e cartões 'inflados', e como detectá-los

Um fenômeno cada vez mais comum são os pendrives e cartões de memória "inflados", onde o controlador exibe uma capacidade várias vezes maior que a real. Este acabou se tornando um ramo lucrativo, já que qualquer fabriqueta de fundo de quintal em algum subúrbio da China pode transformar milhares de pendrives ou cartões com 1 GB ou menos em modelos de 16 GB ou mais sem grande esforço, tendo o trabalho apenas de falsificar também as inscrições e a embalagem. Por terem um valor inicial muito baixo, estes produtos remarcados encontram rapidamente o caminho dos sites de leilão, vendedores ambulantes e até mesmo algumas lojas respeitáveis, transformando-se em uma verdadeira praga.

24 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20 de junho de 2011 às 10h34

Como o Windows sabe que está conectado?

O Windows 7, bem com o Windows Vista, oferecem suporte ao NCSI (Network Connectivity Status), um serviço de rede que permite ao sistema descobrir quando possui acesso completo à Internet, acesso limitado ou acesso apenas à rede local, ou que não tem acesso de rede algum, bem como detectar a conexão a uma rede Wi-Fi que exige autenticação através do navegador.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 15 de junho de 2011 às 11h43

O que é e para que serve a partição PQSERVICE

Há algumas semanas, após a "morte" do meu velho Athlon XP, adquiri um notebook da Acer com processador Core i3, 3GB de memória RAM e HD de 320 GB. Embora esta seja a capacidade nominal do disco rígido, o sistema informa que ele possui apenas 285 GB livres. Para onde foram os outros 35 GB? Sabemos que a capacidade de um disco formatado é menor do que a nominal por duas razões principais: a primeira porque enquanto os fabricantes contam a capacidade de armazenamento no sistema decimal, os computadores o fazem no sistema binário: assim, enquanto para um fabricante 320 GB são 320.000 MB, para um computador são 327.680 MB, o que dá uma diferença. O outro motivo é que o próprio processo de formatação reserva uma parcela do disco para si. Mesmo assim, 35 GB é muito espaço e, então, resolvi abrir a ferramenta de gerenciamento de disco e me deparei com uma grande surpresa. Pelo que pesquisei, muito pouco se fala sobre essa partição PQSERVICE nos fóruns de informática nacionais: a maioria das menções à mesma são dúvidas de "técnicos" perguntando se podem apagá-la. Neste post, então, vou explicar para que ela serve e se você pode ou não apagá-la.

31 comentáriosPor André Machado. Revisado 6 de junho de 2011 às 08h17

Criptografando seus backups na nuvem

O armazenamento em nuvem, a tecnologia que permite a um usuário salvar seus arquivos em um servidor controlado por terceiros, costuma dividir opiniões. Algumas pessoas gostam de contar com a conveniência de armazenar dados em um servidor remoto, podendo baixá-los ou fazer uma sincronização a partir de outro computador em outra rede. Outras gostam da ideia de deixar que terceiros gerenciem as máquinas e os discos, enquanto elas cuidam de outras coisas. E no outro extremo, temos as pessoas que não gostam de manter seus dados em um servidor sobre o qual não tenham controle, sujeito a scripts de terceiros e a olhos curiosos, além do medo do servidor ficar offline e impossibilitar o acesso aos dados. Eu acho que o armazenamento na nuvem pode ser bem útil quando usado corretamente, mas assim como qualquer outra ferramenta, é preciso ter expectativas razoáveis ao fazer uso dele.

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4 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 24 de maio de 2011 às 15h28

YASI: Mais uma introdução à linha de comando

Apesar da interface gráfica ser muito mais fácil de usar, é bom você ter pelo menos uma boa noção de como as coisas funcionam pelo prompt de comando, isso vai lhe dar um domínio muito maior sobre o sistema. Vamos então a um guia rápido dos comandos básicos do terminal. Este post foi carinhosamente apelidado de YASI (Yet Another Shell Intro), ou "mais uma introdução à linha de comando" :)

10 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 11h23

Um passeio pelas características das fontes de alimentação

Você pode imaginar a corrente alternada da tomada como uma onda, que oscila 60 vezes por segundo, em oposição à corrente contínua, que é um fluxo contínuo. O uso de corrente alternada reduz brutalmente a perda durante a transmissão, o que a torna ideal para uso na rede pública, mas. Aparelhos domésticos como ventiladores, geladeiras e aquecedores trabalham muito bem com corrente alternada, mas aparelhos eletrônicos em geral precisam que ela seja transformada em corrente contínua, o que nos leva à fonte de alimentação.

27 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 11h14

Serviços de sistema: dando nomes aos bois

Em um post anterior, falei sobre os serviços do sistema, que são scripts, localizados na pasta "/etc/init.d", que executam os comandos apropriados para inicializar os serviços e executar as demais operações necessárias. Alguns deles são executados apenas durante o boot (verificando alguma configuração, por exemplo), enquanto outros inicializam serviços que ficam ativos continuamente. Vamos então a uma descrição de alguns dos principais serviços encontrados em distribuições atuais.

5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 11h12

A história secreta dos computadores

Embora os eletrônicos sejam uma tecnologia relativamente recente, com menos de um século, a história dos computadores começou muito antes. Em 1901 um estranho artefato de bronze foi encontrado no meio dos destroços de um antigo navio romano que naufragou próximo à costa da Grécia. Ele era um pouco maior que uma caixa de sapatos e aparentava ter partes móveis, mas a oxidação transformou tudo em uma peça só, o que tornou a identificação quase impossível.

60 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h31

O verdadeiro sentido da lei de Moore

Em 1965, Gordon Moore (co-fundador da Intel) publicou um artigo constatando que a miniaturização vinha permitindo dobrar o número de transístores em circuitos integrados a cada ano (enquanto o custo permanecia constante), uma tendência que deveria se manter por pelo menos mais 10 anos. Em 1975 (precisamente dez anos depois), ele atualizou a previsão, profetizando que o número passaria a dobrar a cada 24 meses, cunhando a célebre lei de Moore.

20 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h30

Como funciona a DealExtreme

A maioria das lojas online trabalha com uma taxa fixa de envio, com taxas que variam de 2 a 10 dólares por compra (ou por item). O mesmo se aplica à maioria dos produtos vendidos no Ebay, onde os vendedores cobram uma taxa de "Shipping & Handling" (envio e manuseio) que inclui não apenas o envio da postagem propriamente dito, mas também uma taxa opcional pelo trabalho de embalar e despachar o item.

68 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h30

Apple x Microsoft: as primeiras versões do Windows e do MacOS

Em 1983 a Apple apresentou uma grande novidade, o Lisa, que usava uma interface gráfica bastante elaborada e contava com uma suíte de aplicativos de escritório à lá Office. A interface funcionava bem, os aplicativos rodavam com um desempenho surpreendente e a configuração era muito superior à dos PCs da época.

33 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h30

ISA, EISA, VLB e PCI: A corrida dos barramentos

Junto com os processadores, memória RAM e memória cache, outra classe importante de tecnologias são os barramentos, já que são eles os responsáveis por interligar os diferentes componentes da placa-mãe e permitir o uso de periféricos. Acompanhando a evolução dos processadores, os primeiros anos da plataforma PC foram marcados por uma corrida em torno de barramentos mais rápidos, capazes de atender à evolução das placas de vídeo e outros periféricos. Não é tão diferente do que temos nos dias de hoje (onde as placas 3D continuam liderando a demanda por novas tecnologias), mas na época essa era uma questão realmente urgente.

16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h29

O básico e o compartilhamento de Internet com o firewall UFW

Há para o Linux diversas opções de interfaces gráficas de firewall, e um dos mais notáveis até hoje é o Firestarter. Mas se você acha o Firestarter uma coisa muito 'newbie' e desatualizada, e não quer estragar suas unhas no cabeludo Iptables, não se preocupe: há um firewall simples e eficaz para você, o UFW, sigla de Uncomplicated Firewall, ou 'firewall descomplicado'. Ele funciona via linha de comando, e possui uma série de opções disponíveis e e flexíveis, além de uma sintaxe muito simplificada no terminal que o Iptables. Há ainda para os mais leigos a opção de usar o GUFW, que nada mais é do que uma interface gráfica para o UFW.

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13 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 7 de janeiro de 2011 às 09h18

O jeito mais fácil de atualizar o Ubuntu através do CD alternativo

Quem usa o Ubuntu, a distribuição Linux mais popular do momento, sabe: a cada seis meses, lá vem uma nova versão, trazendo mil novidades. E, para usufruir das melhorias e correções de bugs, o final de abril e de outubro marcam os meses de seu ritual sagrado de atualização do seu querido sistema Linux. Mas usando a ferramenta de upgrade que vem incluída na imagem ISO alternate, nunca mais precisei mexer em entranha nenhuma. É só rodar o script, reiniciar, pronto: sistema atualizado e redondo.

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15 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 16 de dezembro de 2010 às 14h23

Usando um smartphone ou tablet Android como segundo monitor

Tempos atrás, a Samsung junto com alguns outros fabricantes apareceram com a ideia de vender pequenos monitores USB, que poderiam ser usados como telas secundárias. A ideia até que não era ruim, mas o fato de eles serem relativamente caros e compatíveis apenas com o Windows fez com que a ideia nunca caísse no gosto do público. Se você já tem um telefone ou tablet com o Android, você pode reciclar a ideia, usando-o como uma segunda tela para o PC ou notebook. Apesar da ideia de uma telinha de 4 ou 7 polegadas ao lado da tela principal parecer estranha à primeira vista, ela acaba sendo bastante útil, pois pode mostrar uma janela de chat, monitores de sistema, logs, uma janela do editor de texto para fazer anotações, o cliente de e-mails e assim por diante, permitindo que você se concentre no que está fazendo e ao mesmo tempo não perca de vista alguma outra coisa de que precisar.

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6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de dezembro de 2010 às 15h06

Dica rápida para converter vídeos .mkv com legendas para o Android no Linux

Antigamente, vídeos .mkv de 720p ou mais podiam ser vistos sem falhas apenas em PCs relativamente poderosos. Mesmo os netbooks com chipsets da Intel engasgam com eles, sem falar de PCs antigos. Em praticamente qualquer outro lugar que quisesse assisti-los era necessário converter antes para algum formato e resolução mais baixa suportada pelo aparelho. Entretanto, com a invasão de smartphones e tablets com o Android, equipados com SoCs mais poderosos, assistir vídeos .mkv 720p ou mesmo 1080p sem conversão deixou de ser apenas um sonho. Smartphones equipados com o SoC Sansung Humbird como o Galaxy S, bem como tablets com o Telechips TCC8902 (como o Surfer, sobre o qual escrevi em novembro) são capazes de exibir vídeos 720p e 1080p diretamente e com uma boa autonomia, graças ao decodificador dedicado incluído no chip.

5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de dezembro de 2010 às 15h10

Criando um sistema de recuperação usando o SystemRescueCD (atualizado)

Esta é uma dica de como criar um sistema de recuperação usando o CD SystemRescueCd. Além de permitir gerar CDs personalizados de forma bem simples, outra vantagem do SystemRescueCd é que ele recebe novas atualizações periodicamente e é bem pequeno.

24 comentáriosPor Reginaldo B. G.. Revisado 25 de março de 2011 às 14h44

Barramentos: Entendendo o PCI e o PC Card

O PCI é um dos barramentos mais antigos ainda em atividade. O padrão foi finalizado em 1992 (ou seja, 16 anos atrás), mas ele continua na ativa até hoje, presente na maioria das placas-mãe.

8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7 de dezembro de 2010 às 14h43

Um resumo sobre SSDs, HHDs, ReadyBoost e ReadyDrive

Um SSD é um "HD" que utiliza chips de memória Flash no lugar de discos magnéticos. Eles são projetados para substituírem diretamente o HD, sendo conectados a uma porta SATA ou IDE. Embora as taxas de transferência (na maioria dos modelos) seja comparável à de um HD modesto, os SSDs oferecem tempos de acesso extremamente baixos, o que melhora o desempenho consideravelmente em uma grande gama de aplicativos e reduz bastante o tempo de boot. Os SSDs oferecem também a vantagem de consumirem muito menos eletricidade, serem mais resistentes mecanicamente (por não possuírem partes móveis), além de serem completamente silenciosos.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7 de dezembro de 2010 às 14h36

Barramentos da antiguidade: ISA, EISA, MCA e VLB

Os barramentos são utilizados para interligar os diferentes componentes da placa-mãe e também permitir o uso de placas de expansão. Assim como os demais componentes, os barramentos evoluíram de forma expressiva durante as últimas décadas, passando do ISA e das portas seriais, aos slots PCI Express e portas USB 2.0, que utilizamos atualmente.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7 de dezembro de 2010 às 14h32

Upgrade de BIOS

O BIOS contém todo o software básico, necessário para inicializar a placa-mãe, checar os dispositivos instalados e carregar o sistema operacional, o que pode ser feito a partir do HD, CD-ROM, pendrive, ou qualquer outra mídia disponível. O BIOS inclui também o Setup, o software que permite configurar as diversas opções oferecidas pela placa. O processador é programado para procurar e executar o BIOS sempre que o micro é ligado, processando-o da mesma forma que outro software qualquer. É por isso que a placa-mãe não funciona "sozinha", você precisa ter instalado o processador e os pentes de memória para conseguir acessar o Setup. :)

9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7 de dezembro de 2010 às 14h30

Entendendo o instalador do Slackware

O processo de instalação do Slackware, assim como o de qualquer outra distribuição, segue um processo relativamente simples, que consiste em coletar informações sobre as partições que serão utilizadas, as configurações desejadas e os pacotes que serão instalados, copiar os arquivos do sistema para a partição de instalação, instalar o gerenciador de boot e gerar os arquivos de configuração necessários, de foma que o sistema possa funcionar sozinho depois de concluída a instalação.

4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 14h05

Smartphones: a história do Symbian

A Psion era uma pequena empresa Inglesa, que começou a produzir computadores de mão em 1984, que culminaram no Psion Series 5, um handheld bastante poderoso (para a época), que oferecia um volume surpreendente de recursos e rodava um sistema operacional próprio, o EPOC.

5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 14h02

Servidores: Racks, blades e torres

Ao contrário dos desktops, que utilizam gabinetes do tipo torre, os servidores utilizam tradicionalmente gabinetes 1U, 2U, 3U, 4U ou 6U, que são instalados em racks. Os números que dão nomes aos formatos dos gabinetes indicam justamente o número de baias que eles ocupam nos racks. Os gabinetes 1U ocupam uma única baia, os 2U ocupam duas e os 4U ocupam quatro, sendo que um rack de tamanho padrão possui até 42 baias.

7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 13h56

Processadores para servidores: Xeon

A economia de custos faz com que os componentes usados nos servidores sejam cada vez mais parecidos com os usados nos desktops, o que naturalmente inclui os processadores. Embora existam processadores específicos para uso em servidores, como o Sun UltraSPARC T1 (Niagara), a grande maioria dos servidores são baseados em processadores "domésticos", como o Core 2 Duo e o Athlon X2, ou mesmo em processadores de baixo custo, como o Celeron e o Sempron.

3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 13h51

Smartphones: a história do Windows Mobile

O Windows Mobile é a plataforma para smartphones da Microsoft, que vem se esforçando para manter o sistema relevante frente aos concorrentes. Diferente do que temos nos PCs, onde o Windows possui quase 90% do mercado, o Windows Mobile tem uma participação relativamente pequena nos smartphones (pouco superior aos 15%), que a Microsoft terá que se esforçar para manter com a entrada de novos concorrentes, como o iPhone OS e o Android.

4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 13h46

Processadores para servidores: Opteron

Diferente da Intel, que optou por criar um processador de 64 bits incompatível com o conjunto de instruções x86, a AMD optou por um projeto mais simples, usando como base a plataforma K7 (usada no Athlon de 32 bits). Adicionando novos registradores, suporte a endereços de memória de 64 bits, novas instruções e um conjunto de outras modificações, conseguiram chegar a um processador capaz de executar tanto instruções de 32 bits quanto instruções de 64 bits nativamente, sem perda de desempenho. Isso permitiu que os processadores de 64 bits equipados com o novo conjunto de instruções se popularizassem, inicialmente nos servidores (com o Opteron) e em seguida nos desktops, com o Athlon 64 e seus sucessores. Com o tempo, a própria Intel foi obrigada a dar o braço a torcer, desenvolvendo o EM64, que nada mais é do que uma implementação do conjunto de instruções de 64 bits da AMD.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de dezembro de 2010 às 13h41

Configurando GPS Bluetooth no Windows Mobile

Vai aqui a dica de como configurar receptores Bluetooth no Windows Mobile, com destaque para os aparelhos onde a configuração de porta serial (necessária para que o receptor funcione) é desativada, como no caso do Motorola Q.

13 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 15h38

Um pouco de história: HP 200LX

Tudo começou com as agendas eletrônicas, que fizeram sucesso nas décadas de 80 e 90, servindo como uma forma prática de armazenar números de telefones, fazer anotações rápidas e criar alarmes de compromissos.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 13h54

Smartphones: Acelerômetros

O acelerômetro é outro componente que está se tornando um ítem de série nos novos aparelhos. Existem vários tipos de acelerômetros, os mais usados atualmente são os baseados em dispositivos eletro-mecânicos ("micro electro-mechanical systems" ou MEMS) que incluem uma série de estruturas similares a agulhas, que detectam os movimentos, gerando as leituras que são então transmitidas ao circuito principal.

12 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 13h51

Hardware de servidores: uma introdução

Um servidor é uma máquina que fica o tempo todo ligada, sempre fazendo a mesma coisa. Existem vários tipos de servidores, como servidores web, servidores de arquivos, servidores de impressão, etc., sendo que uma única máquina pode rodar simultaneamente vários serviços, dependendo apenas dos recursos de hardware e da carga de trabalho.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 13h50

Um pouco de história: PalmOS

O PalmOS começou como um sistema muito simples, destinado a oferecer funções de assistente pessoal, utilizando pouco processamento e pouca memória RAM. Essa característica acabou sendo fundamental para o sucesso da plataforma, já que os aparelho podiam ser simples, leves e baratos.

3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 13h48

Servidores: redundância, RAID e alta disponibilidade

Basicamente qualquer PC pode ser usado como um servidor, basta que você instale os softwares apropriados. Para tarefas leves, como compartilhar a conexão, até mesmo máquinas antigas podem prestar bons serviços. Entretanto, quando falamos de servidores de hospedagem e servidores usados em grandes empresas, o cenário é um pouco diferente.

8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 13h43

Configurando a rede wireless no Slackware

Assim como praticamente todas as distribuições atuais, o Slackware inclui o udev, que se encarrega de detectar e ativar a placa wireless quando os drivers necessários estão disponíveis. Ele também inclui a maior parte dos drivers disponíveis, incluindo os firmwares. Entretanto, ele não inclui o networkmanager, nem nenhuma outra ferramenta de configuração amigável, o que torna necessário configurar a rede wireless usando diretamente o iwconfig e o wpa_supplicant, as ferramentas de configuração manual. Vamos então a um resumo sobre a configuração da rede no Slackware.

14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 15h16

Smartphones com Linux

Além do Android, existem outras plataformas móveis baseadas em Linux, como o OpenMoko da FIC, usado no Neo Freerunner e o EZX da Motorola, usado em aparelhos como o A1200i que, embora não seja muito comum aqui no Brasil, fez sucesso na china e outros países da ásia.

14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 15h09

Entendendo a arquitetura de hardware dos smartphones

Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil.

5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 15h01

Chips de desbloqueio e clonagem de chips SIM

Os chips de desbloqueio (SIM-unlock) permitem usar chips de outras operadoras em aparelhos bloqueados. Assim como no caso dos dual-sim, o "chip" é composto por um cabo flexível, contendo os contatos e um pequeno chip, que faz a modificação dos sinais, removendo a identificação da operadora e fazendo assim com que o aparelho aceite o chip

79 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 14h54

Windows Mobile: pegando carona na conexão de outros aparelhos

Uma dica rápida para quem usa um smartphone ou PDA baseado no Windows Mobile é que, além de usar um plano de dados ou conexões Wi-Fi, é possível também navegar usando a conexão de outro celular, via Bluetooth, o que é interessante se você tem algum amigo com um plano de dados ilimitado, que não se importe em ter você como carona. Funciona da mesma forma que ao conectar através do PC, usando o celular como modem, mas nesse caso usando smartphone com o Windows Mobile no lugar do PC.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 14h45

Um lugar para o Slackware

As distribuições Linux são um bom exemplo de ação da lei de seleção natural. Novas distribuições surgem praticamente a cada dia, mas poucas continuam ativas por mais do que alguns meses. O motivo é bastante simples: qualquer um com conhecimentos técnicos suficientes pode criar uma nova distribuição, tomando como base alguma distribuição já existente. Entretanto, apenas as que conseguem reunir um grupo suficientemente grande de usuários e desenvolvedores conseguem sobreviver a longo prazo.

48 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de dezembro de 2010 às 20h17

Suporte às placas SiS Mirage 3 (771/761) no Linux

Os chipsets da SiS são como uma epidemia de gripe. Elas desaparecem do mercado em algumas épocas, mas logo retornam com força total para atormentar os desavisados. Além do desempenho e qualidade geral ruim, os chipsets da SiS são bem conhecidos pelo fraco suporte no Linux. De fato, a única vantagem que eles oferecem sobre os concorrentes é o preço mais baixo.

63 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 15h37

Linux: entendendo o Kernel

Hoje em dia, quando falamos em "Linux" estamos normalmente nos referindo à plataforma como um todo, incluindo as diferentes distribuições e softwares. Mas, no início, o Linux era apenas o kernel desenvolvido pelo Linus Torvalds. O Kernel é a peça fundamental do sistema, responsável por prover a infra-estrutura básica necessária para que os programas funcionem, além de ser o responsável por dar suporte aos mais diferentes periféricos: placas de rede, som e o que mais você tiver espetado no micro.

30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de dezembro de 2010 às 20h21