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Luciano Lourenço

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Últimas postagens feitas por Luciano Lourenço

Telas grandes e chips quad-core

Continuando, o Galaxy Nexus marcou a terceira geração dentro da linha de aparelhos do Google. Assim como nos modelos anteriores, ele é conservador em relação ao hardware, com um SoC dual-core de 1.2 GHz e 1 GB de RAM. Apesar disso, ele introduziu uma série de mudanças que ditaram novos rumos para a plataforma. A …

A safra de 2011

Continuando a saga, temos o Galaxy S II (I9100), sucessor direto do I9000, que se tornou o aparelho mais popular dentro da safra de 2011. Ele é baseado no Exynos 4210, um SoC que combina dois processadores Cortex-A9 operando a 1.2 GHz com uma GPU Mali400MP, que atualmente já pode ser encontrada em diversos aparelhos, …

A questão das telas AMOLED

As telas AMOLED são também mais econômicas do ponto de vista do consumo elétrico (uma tela AMOLED pode gastar mais energia ao exibir uma imagens predominantemente brancas, já que nesta situação todos os sub-pixels ficam acesos, mas em situações normais de uso elas se saem melhor, principalmente nos temas atualmente usados no Android, que são …

O degrau seguinte

O sucessor direto foi o Motorola Milestone 2, que oferece especificações muito similares à primeira versão versão, mantendo a mesma câmera de 5 MP e a mesma tela. As melhorias (além de detalhes secundários, como o novo layout do teclado) se limitam ao uso de uma versão de 45 nm do processador (operando a 1.0 …

A era iPhone/Android

  O domínio do Symbian começou a ruir com o lançamento do iPhone em 2007, que trouxe a combinação de um sistema operacional mais moderno com o uso de uma interface touch baseada no uso de gestos, em um aparelho com mais recursos de hardware e uma tela capacitiva que tornava o uso muito confortável. …

ARM 9 e ARM 11

  Algo comum nos aparelhos dessa época é o uso de chips ARM9 e ARM11, designs bastante rudimentares em relação aos Cortex A8, A9 e A15 usados atualmente. Embora desatualizados, eles continuam a serem usados até os dias de hoje em modelos low-end, bem com em tablets de baixo custo e em eletrônicos diversos. Eles …

A era Symbian

  O primeiro sistema a fazer sucesso nesse novo mercado foi o Palm OS, mas ele foi rapidamente substituído pelo Symbian, descendente do velho EPOC que equipava os organizadores da Psion, que encontrou um terreno fértil dentro da Nokia, que era na época a força dominante nos celulares. O Symbian oferecia uma combinação de recursos …

A evolução dos smartphones – parte 1

  Embora alguns ainda considerem os PCs e os Macs como as únicas arquiteturas de computadores pessoais, considerando todas as outras classes de dispositivos como meros acessórios, a opinião predominante é que tanto os tablets quanto os smartphones também podem ser considerados computadores por seu próprio mérito. Quanto adotamos essa nomenclatura, chegamos logo à conclusão …

Overclock

Antigamente, uma nova técnica de fabricação significava uma garantia de frequências mais altas de operação e margens maiores de overclock. Um processador produzido, digamos, em uma técnica de 130 nm capaz de atingir os 2.5 GHz em overclock, seria seguramente capaz de atingir 3.0 GHz ou mais caso lançado em uma versão de 90 nm, …

TDP configurável

Desde o lançamento da plataforma Core, reduzir o consumo elétrico dos processadores têm sido uma prioridade para a Intel. Com o Sandy Bridge a Intel introduziu uma nova variável, o uso do Turbo Boost para aumentar temporariamente o clock (e consequentemente a dissipação térmica do processador) em situações em que isso pode ser feito sem …

Os chipsets: a série 7x

O Ivy Bridge mantém o uso do soquete LGA 1155, e ele continua compatível com placas baseadas nos chipsets da série 6x, sendo necessária apenas uma atualização de BIOS/UEFI para adicionar o suporte à nova arquitetura. Apesar disso, a Intel não podia perder a oportunidade de introduzir uma nova série de chipsets juntamente com o …

Entendendo o Ivy Bridge

Seguindo o lançamento do Sandy Bridge, o Ivy Bridge marca mais um “tick” da Intel, mantendo a mesma arquitetura básica, mas agora migrando para uma técnica de produção de 22 nm com o uso de transistores tri-gate (3d), contra os 32 nm com transistores regulares do Sandy Bridge. Apesar de a arquitetura do processador ter …

Nos servidores

Além do Zambezi, que temos nos desktops, o Bulldozer deu origem também a duas arquiteturas para servidores, batizadas de Valencia (2 ou 4 módulos Bulldozer) e Interlagos (a versão com 8 módulos, obtida através da combinação de dois chips no mesmo encapsulamento). Na verdade, as mesmas pastilhas de silício são usadas nas três versões, mudando …

Overclock

Apesar do desempenho por ciclo de clock não ser tão competitivo quanto muitos esperavam, o Bulldozer oferecer uma boa margem de overclock, fruto do pipeline mais longo e das outras opções de design da AMD com o objetivo de permitir que o processador atingisse frequências mais elevadas. Os processadores da série FX são vendidos com …

Os modelos

A AMD enfrentou muitas dificuldades com a primeira geração do Bulldozer, com o Zambezi falhando em oferecer um desempenho competitivo com os processadores baseados no Sandy Bridge e em muitos casos falhando até mesmo em superar o Phenom II por uma margem considerável, mesmo com as frequências de operação mais altas. De uma forma geral, …

Entendendo a arquitetura

Embora a arquitetura K10 do Barcelona (usada no Phenom) tenha trazido vários avanços, a espinha dorsal do processador, que são o front-end (os estágios de fetch e decode, juntamente com o agendador de instruções) e as unidades de execução pouco mudaram desde a época do Athlon original, com o mesmo front-end capaz de obter três …

Entendendo o Bulldozer

Desde o lançamento do Core 2 Duo em 2006, a AMD vem tendo dificuldades de companhar a Intel no high-end, limitando-se a manter uma briga de preços nos processadores mid-range e low-end, que são os mercados menos lucrativos, atacando com processadores com três e seis núcleos, usando clocks elevados e tudo o mais que tivesse …

Conclusão

Nesse artigo tentei mostrar um pouquinho sobre como um computador digital manipula informação de forma binária em seu nível eletrônico. Os zeros e uns são simples o suficiente para a criação de circuitos que os representem e os processem de forma satisfatória. Hoje em dia a eletrônica evoluiu a um patamar em que é possível …

Representando zeros e uns eletronicamente

Em um artigo anterior intitulado “Portas Lógicas, o lego do mundo eletrônico” falamos sobre os elementos lógicos básicos responsáveis pelo funcionamento dos processadores, porém não entramos em muitos detalhes em relação a como zeros e uns são representados pela eletrônica contida nos chips. Sabemos que o processador é o componente principal de um computador, pois …

A linguagem binária

Uma das formas mais simples de alfabeto possível para se codificar informação é o alfabeto binário, ou seja, um alfabeto que contém cardinalidade igual a 2 (apenas dois símbolos no conjunto). Um alfabeto binário pode ter de gerar sequencias maiores de que um alfabeto de 10 ou 26 símbolos para codificar a mesma quantidade de …

Como Computadores Representam Informação

 É fato que o “bem” mais precioso atualmente em nossa sociedade é a informação, seja ela relacionada aos hábitos de consumo, entretenimento, clima, comportamento social, internet, bolsa de valores ou qualquer outro segmento. Não é de surpreender que as maiores empresas do mundo estão no ramo das tecnologias de informação. Mas afinal o que é …

Configuração do sistema no Ubuntu

No Ubuntu 12.04, as opções de configuração do sistema, dentro do Unity ficam concentradas nos applets da área de notificação e no “Configurações do sistema” (o gnome-control-center) que vem fixo na barra lateral por default. Ele oferece um conjunto relativamente modesto de opções, que abrangem apenas as áreas mais comuns. Apesar disso, ele esconde vários …

Usando múltiplos monitores

Antigamente, configurar múltiplos monitores ou mesmo ajustar manualmente a configuração da tela exigia a edição manual do “/etc/X11/x11.conf”, uma tarefa ingrata, especialmente para novos usuários. Atualmente entretanto as coisas são bem mais simples, já que o sistema é capaz de identificar automaticamente a resolução nativa do monitor via DDC e a configuração é automatizada por …

Configuração manual da rede

Embora tenha sido criticado em suas primeiras versões, devido a problemas diversos, o NetworkManager cresceu e se tornou uma solução bastante estável. De qualquer forma, o uso do NetworkManager não impede que você configure a rede manualmente caso desejado. Para isso, basta adicionar a configuração da rede no arquivo “/etc/network/interfaces“. O NetworkManager monitora a configuração …

Configuração da rede

  A configuração da rede continua sendo feita através do bom e velho NetworkManager, disfarçado agora de applet do Unity: O NetworkManager surgiu ainda na década passada, como um utilitário de configuração de rede de “nova geração”, que utiliza as informações coletadas pelo HAL para detectar as interfaces que estão disponíveis, oferecendo um menu de …

Som, energia, teclado e outros

As configurações de som permitem fazer um “overdrive” no volume, usando amplificação via software para ir até os 150% no volume de saída. Este é um truque que ajuda bastante no caso de notebooks com speakers baixos: Nas opções de energia, você pode configurar o sistema para dormir automaticamente quando a tampa é fechada, o …

Um breve review do Nokia Lumia 710

Nessa sexta surgiu a oportunidade de testar o novo Nokia Lumia 710 com Windows Phone 7.5 codinome Mango, vamos conhecê-lo mais de perto. O Nokia Lumia 710 é equipado com um processador Qualcomm MSM8255 com clock de 1.4 GHz e unidade gráfica Adreno 205 com suporte a aceleração por hardware e 512 MB de ram. …

Configuração da rede virtual

Se você tiver a curiosidade de checar a configuração da rede dentro do guest, verá que a máquina virtual recebe sempre um endereço IP dentro da faixa “10.0.x.x” e usa o endereço “10.0.2.2” como gateway padrão, configuração que é obtida automaticamente via DHCP (mesmo que você não tenha um servidor DHCP na rede). Isso acontece …

VirtualBox via linha de comando

Além de todas as opções visuais, o VirtualBox também oferece vários utilitários de linha de comando para controle e modificação das máquinas virtuais, que oferecem opções adicionais. O principal deles é o VBoxManage, que permite acionar as VMs diretamente via linha de comando (sem precisar primeiro abrir a janela principal do VirtualBox), permitindo até mesmo …

Suporte a USB

Um ponto alto do VirtualBox é o compartilhamento de dispositivos USB, o que permite que até mesmo dispositivos incompatíveis com o sistema operacional host sejam usados dentro da VM. O compartilhamento é feito de forma simples, mas para que o suporte a dispositivos USB 2.0 funcione, é necessário que o Oracle VM VirtualBox Extension Pack …