Notícias do mês de Agosto de 2006
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Western Digital parte para alta densidade de armazenamento
Criado 1/ago/2006 às 23h54 por Pedro Axelrud
0A Western Digital recentemente anunciou que começara a produção de novos pratos para HDs de alta densidade, para notebooks e desktops, usando uma nova tecnologia de armazenamento magnético.
A linha Western Digital Scorpio de pratos para discos rígidos de 2.5 polegadas para notebook está sendo fabricada usando uma tecnologia magnética de gravação perpendicular para organizados verticalmente, o que aumenta a quantidade de bits graváveis por polegada quadrada. Quando os bits são posicionados verticalmente, eles ocupam menos superfície em relação a organização horizontal. Os pratos Scorpio possuem uma densidade de 80GB por prato.
Fabricantes de HDs como a Seagate e a Hitachi GST vem produzindo discos de alta capacidade com a tecnologia PMR desde o ano passado, então a Western Digital está um pouco atrasada em relação aos concorrentes.
O segundo anuncio da Western Digital foi a sua linha Caviar para desktop, com discos de 160GB por prato. Porém, ao invez de gravação magnética perpendicular o press release divulgado pela Western Digital afirmou que a empresa desenvolveu e está fabricando cabeças de gravação que possam gravar nesses nos novos pratos de alta-densidade. Outros fabricantes estão usando a tecnologia PMR nos seus drives porém o press release não deixa claro se a empresa irá fazer o mesmo.
Fonte: TG Daily
Sem comentáriosPostado 1/ago/2006 às 23h54 por Pedro Axelrud
Cell disponível no mercado (industria)
Criado 1/ago/2006 às 23h20 por Pedro Axelrud
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Para os fãs de tecnologia que não puderem esperar o lançamento do PS3 para sentir todo o poder de processamento do Cell, a Mercury Computers colocou no mercado uma placa co-processadora, especificamente para tratamento de vídeo, que utiliza o Cell BE. Segundo a fabricante, a velocidade máxima é de 180 Giga FLOPS!
O precinho também é camarada: algo em torno de US$ 7.000,00.
Fonte: Meio Bit
Sem comentáriosPostado 1/ago/2006 às 23h20 por Pedro Axelrud
Catálogo sobre cursos superiores de tecnologia
Criado 1/ago/2006 às 22h56 por Pedro Axelrud
0O Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia lançado pelo Ministério da Educação pretende estimular a formação de profissionais na área, além de orientar estudantes e empresários sobre o que é oferecido por instituições públicas e privadas.
Segundo o ministro Fernando Haddad, "existe a necessidade de organizar e promover a formação de tecnólogos para responder a uma demanda crescente que vinha sendo suprida por profissionais de outras áreas".
O ministro citou os setores de turismo, informática, agronegócio e cooperativismo para acrescentar que "o sistema de educação superior, público ou privado, tem que responder a essa demanda por profissionais que atendam às necessidades do país".
Dados do Ministério da Educação revelam que 4% das matrículas de graduação no país são em cursos de tecnologia. Em países desenvolvidos, esse número chega à cerca de 40%.
O catálogo reúne 96 denominações para os 3.548 cursos superiores de tecnologia existentes. De acordo com a coordenadora geral de avaliação da Secretaria de Educação Tecnológica, Andréa Andrade, a variedade de nomes, muitas vezes, dificulta a identidade de um determinado curso.
Ela lembrou o caso do curso superior de tecnologia em Marketing, que reúne 33 denominações existentes no país. Gerência de vendas, gestão mercadológica e marketing hoteleiro são apenas alguns exemplos de nomes para um mesmo curso.
Além das denominações, são listados outros pontos como o perfil do profissional de cada curso e a estrutura das instituições recomendadas pelo ministério. Para a coordenadora, o catálogo "é um referencial não só para as instituições que oferecem esses cursos, como também de orientação para os alunos que vivem um momento de escolha de profissão ou de fazer uma pós-graduação".
O ministro Fernando Haddad ressaltou que uma das preocupações do catálogo é reduzir a ociosidade de cursos com qualidade. Dados do ministério revelam que 41,8% dos cursos tecnológicos no setor privado são fechados.
No setor público, esse índice cai para 6%. Para a coordenadora, a falta de divulgação no processo seletivo, as dúvidas se os cursos são superiores ou não e a disponibilização de um curso que não se aplique bem a determinada região podem ocasionar queda na procura.
Os cursos tecnológicos têm duração mínima de dois anos. E como os cursos superiores de graduação, também precisam ser reconhecidos pelo ministério.
Fonte: IDG Now!
Sem comentáriosPostado 1/ago/2006 às 22h56 por Pedro Axelrud