Nessa semana foi publicado o Opera 10.53 beta para Linux, um pouco atrasado com relação às versões para Windows e Mac. A versão final deve ser lançada em meados de junho.
A licença do Opera foi alterada para Linux e FreeBSD permitindo que ele seja incluso em repositórios, simplificando um pouco as burocracias. Com isso a Opera pretende tornar o navegador mais acessível com menos “frescuras” na distribuição e adoção, apesar de várias distros já fornecerem programas famosos sem se preocupar em seguir à risca os termos de licenciamento dos softwares proprietários.
Em aspectos técnicos o Opera 10.5x está bem poderoso. A versão para Linux vem a par com as outras edições, e traz uma mudança importante: adeus à dependência do Qt. A interface do Opera agora se integra às bibliotecas Gnome/GTK ou do KDE, dependendo do sistema, forecendo uma experiência de uso bastante agradável.
O menu “O” também é um destaque, uma forma puxada de outros programas (talvez tudo tenha começado com o MS Office 2007?) para aumentar o espaço útil da tela, removendo a tradicional barra de menus. Mas para quem não gostar da alteração, o menu clássico pode ser exibido facilmente.
O download pode ser feito em https://www.opera.com/browser/next/. Com a alteração é provável que grandes distros passem a incluir o navegador nos repositórios de softwares restritos, facilitando a instalação sem que o usuário precise baixar o pacote no site oficial.
Esta postagem foi modificada pela última vez em 06/05/2010 12:05