Notícias do mês de Abril de 2006

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Skype compra pioneiros do VoIP

Por Carlos Machado em 12 de abril de 2006 às 11h15

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"Companhias responsáveis pelo surgimento da tecnologia VoIP fundem-se ao Skype.

O Skype anunciou na terça-feira (11/04) a compra da empresa Sonorit Holding e sua subsidiária nos Estados Unidos, Camino Networks, também do ramo das tecnologias de voz sobre IP. O acordo foi firmado com o pagamento de 27 milhões de dólares em ações do eBay.

O Skype, que é de propriedade do site de leilões eBay, fez a compra visando incorporar os engenheiros das outras companhias ao seu contingente de trabalho. Eles deverão produzir as futuras versões do serviço de VoIP que tornou o Skype popular.

Segundo o Skype, as empresas adquiridas são descritas como responsáveis pelo pioneirismo no processamento, codificação e transmissão de voz via as redes de internet.

De acordo com uma biografia de Jonathan Christensen, presidente e CEO da Caminos, publicada em uma site de uma companhia de investimento, os produtos da Camino também abriram as portas para as redes móveis de internet.

O eBay comprou o Skype em 2005 por 2,5 bilhões de dólares com a intenção de melhorar, usando as tecnologias de voz sobre IP, a comunicação entre os negociadores de seu serviço de leilões."

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Sem comentáriosPostado 12 de abril de 2006 às 11h15 por Carlos Machado

Lançado o KOffice 1.5

Por Pedro Axelrud em 12 de abril de 2006 às 00h09

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O projeto KDE anunciou hoje o lançamento da nova versão do seu pacote de escritório. O KOffice 1.5 agora usa o formato "Oasis Open Document" como padrão para o Kword, Kspread, Kpresenter, Karbon e Kchart.

Foram lançados dois novos aplicativos, o primeiro é o Kexi que é um banco de dados pessoal que pode ser comparado ao Microsoft Access e ao Open Office Base. Ele gera arquivos de banco de dados e pode importar dados SQL ou dados do Microsoft Access. O outro lançamento é uma versão beta do Kplato, um programa para gerenciamento de aplicações.

Confira o anúncio e a lista completa de mudanças.

Sem comentáriosPostado 12 de abril de 2006 às 00h09 por Pedro Axelrud

Red Hat anuncia aquisição da JBoss

Por Pedro Axelrud em 11 de abril de 2006 às 21h56

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"Dois líderes do código aberto concordam em se juntar para reduzir os custos de desenvolvimento e de 'deployment' de aplicações para a web. A Red Hat, o fornecedor principal de soluções de código aberto para o mercado corporativo, anunciou hoje um acordo definitivo para adquirir a JBoss, líder global de middleware de código aberto. Adquirindo a JBoss, a Red Hat espera acelera o deslocamento do mercado em direção às arquiteturas orientadas a serviços (SOA), facilitando que a próxima geração de aplicações para a web baseadas nestas arquiteturas possam rodar sobre infra-estrutura aberta e de baixo custo.

A transação, objeto de acordo definitivo mas ainda dependente de procedimentos governamentais e administrativos para se concretizar, custará à Red Hat US$ 350 milhões inicialmente, mais US$ 70 milhões dependendo de resultados posteriores. Espera-se que esta aquisição acelere a adoção de infra-estrutura de código aberto no mercado corporativo, e amplie as oportunidades de mercado para os parceiros das duas empresas que estejam produzindo soluções de valor adicionado."

Fonte: Br-Linux

Sem comentáriosPostado 11 de abril de 2006 às 21h56 por Pedro Axelrud

Lançado o LTSP 4.2. Várias melhorias.

Por Carlos E. Morimoto em 11 de abril de 2006 às 08h40

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O LTSP é uma solução mais usada para a criação de terminais leves com o Linux. Ele utiliza uma combinação de DHCP, TFTP, NFS e XDMCP para permitir que as estações não apenas rodem aplicativos instados no servidor, mas realmente dêem boot via rede, baixando todos os softwares de que precisam diretamente do servidor. Não é preciso ter HD nem CD-ROM nas estações, apenas um disquete (ou CD) de boot ou ainda um chip de boot espetado na placa de rede.

Recentemente foi lançado o LTSP 4.2, que trouxe várias atualizações importantes, que resolvem problemas comuns nas versões anteriores.

A principal novidade é o melhor suporte a dispositivos locais nas estações e a simplificação na configuração. Ao invés de precisar ativar e configurar manualmente na configuração de cada terminal, passou a ser usado o módulo fuse (o mesmo usado pelo gmailfs) para que os dispositivos fiquem acessíveis automaticamente, assim que plugados na estação. Acessar pendrives, CD-ROMs e disquetes nas estações já era possível nas versões anteriores, mas agora ficou muito mais simples.

O boot nos clientes também ficou mais rápido, devido principalmente à adoção do udev. O uso de memória local (nos clientes) também foi reduzido, permitindo que máquinas com a partir de 16 MB rodem sem swap (o mínimo são 12 MB). O sistema de swap no servidor também foi melhorado, com a adoção do NBD.

Você pode ler mais sobre o LTSP no guia que publiquei a algumas semanas:

http://www.hardware.com.br/livros/linux-redes/capitulo-terminais-leves-com-ltsp.html

Você pode ler o release do LTSP 4.2 aqui:

http://wiki.ltsp.org/twiki/bin/view/Ltsp/LTSP-42

Um guia mais detalhado que mostra as mudanças no suporte a dispositivos locais e as mudanças na instalação está disponível aqui:

http://wiki.ltsp.org/twiki/bin/view/Ltsp/LTSP-42-LocalDev

Sem comentáriosPostado 11 de abril de 2006 às 08h40 por Carlos E. Morimoto

Primeiro vírus para Linux? Calma, não se assuste!

Por Pedro Axelrud em 10 de abril de 2006 às 20h12

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Oh não, o fim está próximo :P , até o Linux que era tido com extremamente seguro, agora já tem vírus? Calma, calma não é bem assim não!

A Kasperky Labs (desenvolvedora do famoso anti-vírus Kaspersky) anunciou um vírus multi-plataforma, que roda tanto em Windows quanto em Linux. O vírus não tem um grande poder destrutivo pois infecta somente os arquivos que estão no mesmo diretório que ele, mas segundo as notícias ele "prova" que vírus multi-plataforma podem ser feitos.

Graças ao funcionamento do Linux, é praticamente impossível que um vírus tenha um grande poder destrutivo (vamos ter bom senso por favor, por exemplo: Um cartão online ou uma foto pedindo a senha de root, é certo que é algum malware). O Linux funciona de uma maneira que para se modificar qualquer arquivo de configuração ou remover algum arquivo do sistema é necessário a senha do root (a não ser que ele explore algum bug do sistema, mas até hoje não se teve notícia de algum que fizesse isso, até porque os bugs são corrigidos). Portanto para que um vírus possa destruir algo ele também precisará da senha do root, ou seja se você não fornece-la ele não poderá fazer nada.

Sem comentáriosPostado 10 de abril de 2006 às 20h12 por Pedro Axelrud

Samsung lança Monitor que aumenta a sensação de Bem-Estar

Por Pedro Axelrud em 10 de abril de 2006 às 20h08

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A Samsung anunciou novidades na sua linha de monitores, dois modelos com uma tecnologia que "faz bem à saúde".

Segundo a empresa os novos monitores possuem uma nova tecnologia chamada Magic Green, ela libera ions negativos no ar que segundo a empresa tem a a capacidade de aumentar a produção de endorfina, o que aumenta a sensação de bem-estar. Além disso segundo a empresa os ions também purificam a corrente sanguínea e fortalecem o sistema imunológico.

Os modelos novos são o 794MB+ de 17" com a resolução maxima de 1280x1024 e o 796MB+, também de 17" mas com a resolução máxima de 1600x1200. Os modelos tem os preços sugeridos de R$ 450 e R$ 520 respectivamente.

/imagens/magicgreen

Sem comentáriosPostado 10 de abril de 2006 às 20h08 por Pedro Axelrud

O processador de 1025 cores da IBM

Por Carlos E. Morimoto em 10 de abril de 2006 às 10h45

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Enquanto a Intel e AMD falam em processadores de 2 ou 4 cores, a IBM apareceu com uma idéia no mínimo ousada: um processador com 1025 cores!

O mais surpreendente é que este não é um processador gigantesco, destinado a super-servidores, mas sim um processador de baixo consumo, desenvolvido para ser usado em dispositivos embarcados, palmtops e até mesmo celulares.

Para entender como um processador com 1025 cores pode ser catalogado como um "processador de baixo consumo", precisamos voltar algumas décadas na história da informática. Os processadores de 8 bits do início da década de 80 eram ainda produzidos com uma técnica antiquada, com transistores que mediam 10 microns. Apesar disso, estes processadores eram bastante economicos se comparados com os atuais, pois possíam poucos transistores.

O que acontece se você desenvolve um processador de 8 bits modernizado, que tira benefício das novas tecnologias e é produzido numa técnica de fabricação de 0.09 mícron? Você teria um processador de extremo baixo consumo, mas com um desempenho razoável, devido às atualizações e ao maior clock. O que acontece se você junta 1024 destes processadores no mesmo die, adicionando um processador Power PC atual, que divide o trabalho entre eles? É justamente isso que a IBM fez, uma tecnologia baseada de Kilocore ;).

A idéia é que com tantos núcleos independentes, o processador tenha ao mesmo tempo processamento suficiente para processar vídeos em alta definição e outras aplicações pesadas, e um baixo consumo, já que cada core consome um mínimo de energia e os que estão ociosos podem ser desligados, criando um conjunto muito eficiente.

Veja mais detalhes aqui:

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Completando a safra de notícias disruptivas do final de semana, a ARM anunciou um processador clockless (e não era primeiro de Abril!), onde o processador trabalha de forma assíncrona, processando instruções conforme elas são recebidas, sem um ritmo definido. Isso permite que o processador "hiberne" enquanto não está em uso, consumindo zero de eletricidade, mas continue disponível para processar novas ordens.

Os processadores atuais, por mais otimizados que sejam, sempre consomem alguma energia, mesmo quando ociosos, pois precisam manter os pulsos de clock. O procesador pode reduzir a frequência para economizar energia, mas se ele é interrompido, o processador simplesmente reseta.

Veja mais detalhes sobre o chip da ARM aqui:

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Sem comentáriosPostado 10 de abril de 2006 às 10h45 por Carlos E. Morimoto

Empresa lança Memory Key de 64GB

Por Pedro Axelrud em 8 de abril de 2006 às 22h07

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A empresa americana Kanguru Solutions lançou sua nova linha de memory keys, batizados de Flash Drive Max. Eles realmente tem o nome que merecem, estão disponíveis nas capacidades 16GB, 32GB e 64GB. A única parte ruim dos produtos é o preço, bem salgado (US$ 799,95, US$ 1.499,95 e US$ 2.799,95 respectivamente).

/imagens/kanguru

Update: A empresa BusLink também lançou um memory key de 64MB

Sem comentáriosPostado 8 de abril de 2006 às 22h07 por Pedro Axelrud

Venezuela segue modelo brasileiro e opta por software livre

Por Pedro Axelrud em 7 de abril de 2006 às 19h15

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A Venezuela optou pelo uso e desenvolvimento de software aberto como forma da alcançar a independência tecnológica. Segundo informações do Instituto Nacional de Tecnologia da Informção (ITI), no inicio do mês passado, o Centro Nacional de Tecnologia da Informação (CNTI), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia da Venezuela, assinou convênio com a IBM para o desenvolvimento do código aberto no país.

Para o presidente da CNTI, Jorge Berrizbeitia, a independência tecnológica acontecerá quando o país conseguir formar pelo menos dez mil desenvolvedores. Assim, a necessidade de unir os esforços das universidades e seus centros de pesquisa, com a iniciativa privada.

Segundo Renato Martini, presidente do ITI, com a iniciativa, Brasil e Venezuela poderão compartilhar experiências em tecnologias abertas e interoperáveis, em busca do desenvolvimento local.

Fonte: IDG Now!

Sem comentáriosPostado 7 de abril de 2006 às 19h15 por Pedro Axelrud

São Francisco terá rede Wi-Fi gratuíta na cidade inteira

Por Pedro Axelrud em 7 de abril de 2006 às 19h04

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A cidade americana de San Francisco será coberta por uma rede Wi-Fi, e seus habitantes terão acesso gratis a internet por esta rede com a velocidade de 300 Kbps.

A equipe formada pelas empresas Google e Earthlink foi escolhida pela prefeitura da cidade para executar o projeto, em troca da instalação de todos os equipamentos necessários (A Earthlink pagará a maior parte do projeto, em torno de US$ 12 milhões) as empresas irão oferecer serviços para recuperar este investimento. A Earthlink irá oferecer acesso pago a internet (especula-se que a empresa irá recuperar estes US$ 12 milhões investidos facilmente) com uma velocidade maior e o Google irá explorar anúncios em serviços online.

As empresas escolhidas (que resolveram se juntar no inicio do ano, pois até então estavam concorrendo), competirmam com rivais de peso, nomes como Cisco, IBM, SeaKay e MetroFi (que já oferece um serviço assim em Cupertino e em Sunnyvale, no Vale do Silício).

Sem comentáriosPostado 7 de abril de 2006 às 19h04 por Pedro Axelrud