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Julio Cesar Bessa Monqueiro

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Últimas postagens feitas por Julio Cesar Bessa Monqueiro

Antenas omnidirecionais

As antenas usadas por padrão nos pontos de acesso são chamadas de dipole ou omnidirecionais, pois irradiam o sinal em todas as direções, permitindo que você se conecte à rede a partir de qualquer ponto na área em torno do ponto de acesso. Na verdade, o “em todas as direções” é uma figura de linguagem, …

Antenas direcionais

Em seguida temos as antenas direcionais, que além de concentrarem o sinal na vertical, concentram-no também na horizontal, fazendo com que, em vez de um ângulo de 360 graus, o sinal seja concentrado em um ângulo de 90 graus ou menos. As primeiras em ordem hierárquica são as antenas setoriais, que concentram o sinal em …

Outras opções

Também é perfeitamente possível instalar uma antena de maior ganho diretamente no PC ou notebook, de forma a captar o sinal de um ponto de acesso distante ou melhorar a recepção da rede, nesse caso sem mexer no ponto de acesso. Muitas placas PC-Card ou USB oferecem um conector para antena externa, mas é possível …

Cabos e conectores

A maioria das antenas para uso externo, sobretudo as antenas de maior ganho, utilizam conectores tipo N (N-Type), um tipo de conector para cabos coaxiais que é usado desde a década de 1940 e tem se mantido atual devido a melhorias nas técnicas de fabricação, que levaram à produção de conectores cada vez mais precisos …

Pigtails

Muitas antenas menores, destinadas à venda direta ao consumidor, utilizam conectores RP-SMA, RP-TNC ou mesmo MMCX, mas a esmagadora maioria das antenas de alto ganho utilizam conectores tipo N, de forma que não podem ser diretamente instaladas em praticamente nenhuma placa ou ponto de acesso. Naturalmente, existem adaptadores entre estes diversos formatos. O mais comum, …

Redes Wireless, parte 3: Configurando o ponto de acesso

Clique aqui para ver a segunda parte Depois de entrar em detalhes sobre os padrões, antenas, conectores, alcance, encriptação, etc. vamos à parte “prática”, estudando sobre a configuração da rede. Na grande maioria dos casos, configurar a rede é bastante simples, já que os pontos de acesso são produtos de consumo e a idéia é …

Acessando o AP

O primeiro passo é localizar o endereço IP, juntamente com o login e a senha padrão do ponto de acesso, que são informados nas primeiras páginas do manual, ou em uma etiqueta colada no AP. Uma dica é que muitos pontos de acesso são configurados por padrão para obter um endereço via DHCP, de forma …

Opções básicas

O primeiro passo é ajustar os endereços de rede do AP (desativando o cliente DHCP, caso a opções esteja disponível), de forma que ele passe a utilizar o endereço IP definitivo (você vai precisar reabrir a conexão no novo endereço). Veja que em ambos os screenshots existe a opção de definir um nome de rede …

Parâmetros da rede

Continuando, temos a configuração dos parâmetros da rede wireless, que é, afinal, a principal função do ponto de acesso. Normalmente, ela é dividida em duas seções, uma com as configurações mais básicas e uma seção “avançada”, contendo as demais opções. Vamos começar pelas opções comumente encontradas na seção básica: SSID: Tudo começa com o SSID, …

Opções avançadas

Depois do “arroz com feijão”, temos um conjunto de opções mais exóticas, normalmente agrupadas em uma seção “advanced”, escondida em algum canto da configuração. Obter informações sobre elas é difícil e os nomes são pouco descritivos, o que acentua o problema. Vamos a elas: Beacon Interval: O beacon é um frame de sincronismo enviado periodicamente …

Segurança

Continuando, temos a escolha do padrão de encriptação e da passphrase da rede. No início das redes wireless, era comum a idéia de criar redes comunitárias, permitindo que os vizinhos e outros que estivessem pelas redondezas pudessem acessar a web, sem falar de muitos que simplesmente deixavam a rede aberta, deixando o AP com as …

Medindo o sinal da rede wireless

Depois de estudar o melhor local para instalar o ponto de acesso da rede, calcular o ganho da antena, planejar a área de cobertura e testar o link, nada melhor do que verificar a potência do sinal da prática, de forma a ter uma idéia mais exata da recepção no cliente, verificar a área de …

Aumentando o alcance da rede wireless com repetidores

A forma mais simples de aumentar o alcance da rede wireless é utilizar diversos pontos de acesso, configurados com o mesmo SSID para cobrir uma área maior. Os pontos de acesso são então ligados a um switch central (ou a um conjunto de switches) utilizando cabos de rede. Os clientes enxergam então uma única rede …

Servidor de arquivos para a rede local, fácil

Como vimos no tutorial sobre configuração de redes Windows, compartilhar arquivos no Windows XP é bastante simples. Em resumo, você precisa ativar o “Cliente para redes Microsoft” e o “Compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft” nas propriedades da conexão local e, a partir daí, compartilhar as pastas desejadas através do Windows Explorer. O …

Flickr apresenta coletânea de fotos históricas ‘Bens Comuns’

“Bens comuns. Sua oportunidade de contribuir com a descrição das coleções de fotos públicas do mundo.” Assim se diz um projeto piloto do Flickr, site de publicação de fotos (hoje do Yahoo!). Em parceria com a Biblioteca do Congresso dos EUA, o Flickr lançou o projeto “The Commons”, ou “Bens Comuns”, em português. A idéia …

Crie capas para CDs com o KoverArtist

O site Linux.com publicou uma dica sobre o KoverArtist, software do KDE para criação de capas de CDs. Com ele sendo leve e pequeno, além de muito fácil de usar, não tem mais porque você deixar os CDs apenas com um papel escrito com aquela “caligrafeia” horrorosa 🙂 Especialmente ao mandar para alguém, como uma …

Apresentações do KDE 4

Após concluído o evento de lançamento do KDE 4.0 no escritório do Google em Mountain View, Califórnia, que ocorreu nos dias 18 e 19 de janeiro, algumas pessoas da equipe do KDE e simpatizantes desse ambiente gráfico fizeram vídeos com apresentações dele. São verdadeiros discursos, apresentando as idéias e recursos da nova versão do KDE, …

Intel lança LatencyTop 0.1 (para desenvolvedores)

O “Intel Open Source Technology Center” anunciou o lançamento da ferramenta LatencyTop em sua versão 0.1. Ela serve para desenvolvedores detectarem as origens e monitorarem as latências do sistema. As latências prejudicam o desempenho do sistema como um todo, deixando servidores lentos, operações com arquivos tomam mais tempo do que o normal, o áudio pode …

OpenDNS, o DNS aberto

Para quem não sabe o que é DNS, ou Domain Name System (sistema de nomes de domínios), vai aqui uma pequena explicação a respeito, antes de entrarmos no assunto do artigo propriamente dito: DNS nada mais é do que um sistema de gerenciamento de nomes de domínios, que “traduz” os “endereços” que você digita em …

Redes wireless, parte 2: Padrões

Clique aqui para ver a primeira parte O 802.11 é um conjunto de padrões criados pelo IEEE para o uso em redes wireless. O padrão 802.11 original, hoje chamado de 802.11-1997 ou 802.11 legacy foi publicado em 1997 e previa taxas de transmissão de 1 e 2 megabits, usando a faixa dos 2.4 GHz, escolhida …

802.11b e 802.11a

Publicado em outubro de 1999, o 802.11b foi o primeiro padrão wireless usado em grande escala. Ele marcou a popularização da tecnologia, permitindo que placas de diferentes fabricantes se tornassem compatíveis e os custos caíssem, graças ao aumento na demanda e à concorrência. Assim como o 802.11 legacy, o 801.11b opera na faixa dos 2.4 …

802.11g

Em seguida temos o 802.11g que, apesar do crescimento do 802.11n, ainda é utilizado na maioria das instalações. Ele utiliza a mesma faixa de freqüência do 802.11b: 2.4 GHz. Isso permite que os dois padrões sejam intercompatíveis. A idéia é que você possa adicionar placas e pontos de acesso 802.11g a uma rede 802.11b já …

Super G e Afterburner

Além dos padrões oficiais, existem as extensões proprietárias criadas pela Atheros e Broadcom para aumentar o desempenho das redes baseadas em seus produtos. As placas e pontos de acesso 802.11g baseados em chips da Atheros utilizam o “Atheros Super G“, um sistema dual-band, onde a placa passa a transmitir usando dois canais simultaneamente (channel bonding), …

802.11n

Com o 802.11g, os fabricantes chegaram muito próximos do que é fisicamente possível transmitir usando um único transmissor e uma faixa de freqüência de apenas 22 MHz (equivalente a um único canal). Apesar disso, como foi demonstrado pelo Super G e pelo Afterburner, ainda existiam melhorias a serem feitas. Em 2004 o IEEE formou uma …

Segurança

Uma rede cabeada pode, por natureza, ser acessada apenas por quem tem acesso físico aos cabos. Isso garante uma certa segurança, já que para obter acesso à rede, um intruso precisaria ter acesso ao local. Nas redes wireless, por outro lado, o sinal é simplesmente irradiado em todas as direções, de forma que qualquer um, …

WEP

O primeiro passo foi o WEP, abreviação de “Wired-Equivalent Privacy”, que, como o nome sugere, trazia como promessa um nível de segurança equivalente ao das redes cabeadas, o que logo se revelou falso. Existem dois padrões WEP: de 64 e de 128 bits. Os primeiros pontos de acesso e placas 802.11b suportavam apenas o padrão …

WPA e WPA2

Em resposta às múltiplas vulnerabilidades do WEP, a Wi-Fi Alliance passou a trabalhar no desenvolvimento do padrão 802.11i, que diferentemente do 802.11b, 802.11a, 801.11g e 802.11n não é um novo padrão de rede, mas sim um padrão de segurança, destinado a ser implantado nos demais padrões. Como uma medida emergencial até que fosse possível completar …

WPA-Personal e WPA-Enterprise

A versão “doméstica” do WPA, onde é utilizada uma chave de autenticação, é chamada de WPA Personal (ou WPA-PSK, onde PSK é abreviação de “Pre-Shared Key”, ou “chave previamente compartilhada”). Além dela, temos o WPA-Enterprise (ou WPA-RADIUS), onde é utilizada uma estrutura mais complexa, onde o ponto de acesso é ligado a um servidor RADIUS, …

Árvores 3D podem ser esculpidas em software livre

“Mundos virtuais e ambientes 3D podem parecer vistosos e até magníficos, gerando paisagens ultra-realísticas que atraem a atenção. Mas eles não são fáceis de se construir, o que é a principal razão da quase inexistência de sites 3D espalhados pela internet. (…) Muito mais do que manejar um software específico, o trabalho de criação de …

Google.org expande seu foco com iniciativas filantrópicas

Google.org expande seu foco com novas iniciativas filantrópicas Data: 17/01/2008 Autor original: John Timmer Fonte: https://arstechnica.com/news.ars/post/20080117-google-org-expands-focus-with-new-philanthropic-initiatives.html Em 2004, os fundadores da Google decidiram distribuir um pouco dos recursos da empresa para a caridade. Determinados em ser diferentes, a Google não achou uma fundação de caridade, ao invés disso ela levantou uma fundação que misturaria ganhos …