Tela quebrada, celular novo: Estudo mostra que o brasileiro ‘desistiu’ de arrumar o aparelho

Pesquisa mostra que, diante da tela trincada, o brasileiro pula o conserto e parte para um celular novo; entenda o que está por trás desse hábito

Metade dos usuários de smartphone no Brasil já passou pela experiência de ver a tela do aparelho rachar após uma queda ou enfrentar falhas na bateria. Em muitos casos, o defeito é simples, mas o caminho até o conserto ainda é visto como caro, demorado ou pouco confiável, o que afasta consumidores da assistência técnica.

Diante desse cenário, uma parcela relevante do público nem chega a cogitar o reparo: cerca de um terço dos entrevistados declara que prefere comprar um celular novo em vez de encarar o processo de manutenção, mesmo quando o problema poderia ser resolvido com troca de peça.

Pesquisa mostra desconfiança em relação ao conserto

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Os dados fazem parte da pesquisa Tecnologia Chinesa 2025, realizada pelo instituto Ipsos a pedido da JOVI, marca chinesa de smartphones criada exclusivamente para o mercado brasileiro pela vivo Mobile Communication Co., Ltd. O levantamento indica que aproximadamente 52% dos participantes já quebraram a tela ou tiveram problemas na bateria do smartphone.

Apesar disso, apenas 15% buscaram a assistência oficial da marca na hora do problema. Entre os demais, uma fatia expressiva optou pela compra de um novo aparelho, o que aponta tanto para a percepção negativa sobre o serviço de reparo quanto para a oferta agressiva de novos modelos no varejo.

Pós-venda ganha peso na escolha do celular

O estudo também revela uma mudança importante no comportamento de compra. Para 86% dos entrevistados, a qualidade do pós-venda é hoje um fator determinante na escolha do smartphone, ao lado de itens como câmera, desempenho e autonomia de bateria.

Na prática, o consumidor começa a considerar não apenas o que o aparelho entrega no primeiro dia de uso, mas também que tipo de suporte terá se a tela quebrar ou a bateria perder desempenho. Disponibilidade de assistência autorizada, prazo de conserto e transparência em relação a peças e valores passam a influenciar diretamente qual marca vai para o bolso — e qual fica na prateleira.

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Editor-chefe no Hardware.com.br/GameVicio Aficionado por tecnologias que realmente funcionam. Segue lá no Insta: @plazawilliam Elogios, críticas e sugestões de pauta: william@hardware.com.br
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