Tempos atrás escrevi, em um lançamento da IBM, que “embora a fita [magnética] seja um dos métodos mais antigos de backup de dados, com mais de 60 anos, é também o mais barato. Comparando o preço por gigabyte, o backup em mídias digitais custa de 5 a 10 vezes mais que as fitas, e isso em uma grande empresa faz muita diferença, ao mesmo passo que as fitas são muito econômicas, em termos de consumo de energia.”
Embora outras tecnologias venham para substituí-las, as empresas continuam aperfeiçoando a nossa velha e boa fita. Um exemplo é a Hitachi Maxell: a empresa anunciou o novo recorde em capacidade de armazenamento em fitas, com um cartucho e um sistema de fita magnética que pode “juntar” nada mais, nada menos que 50 Terabytes.
Desenvolvida em conjunto com o Instituto de Tecnologia de Tokio, essa fita magnética de densidade altíssima e de tamanho físico nanométrico possui uma capacidade 33 vezes superior que os cartuchos convencionais, e como citado, é a fita com maior capacidade do planeta. Em breve ela estará disponível às empresas.
Esta postagem foi modificada pela última vez em 21/05/2010 19:15