A Apple prepara uma das maiores mudanças na linha de smartphones desde o fim do carregador na caixa. O iPhone 17, que será anunciado amanhã, marcará a transição global para o eSIM, eliminando a bandeja física em praticamente todos os mercados.
Mas há exceções. Em países como China, Hong Kong e Macau, onde o eSIM ainda não é amplamente aceito, a Apple continuará oferecendo versões com slot físico para SIM.
Mais espaço, mais bateria
A retirada da bandeja SIM liberou alguns milímetros preciosos dentro do chassi. Em vez de deixar esse espaço vazio, os engenheiros da Apple ampliaram a bateria — e os ganhos não são apenas simbólicos:
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iPhone 17 Pro: 4.252 mAh (eSIM) contra 3.988 mAh (chip físico) → +6,6%
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iPhone 17 Pro Max: 5.088 mAh contra 4.823 mAh → +5,5%
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iPhone 17 Air: 3.149 mAh contra 3.036 mAh → +3,7%
Pela primeira vez, um iPhone ultrapassa a barreira dos 5.000 mAh: o iPhone 17 Pro Max.
O iPhone 17 Air, que aposta no design ultrafino (~5,5 mm), ganhou apenas 113 mAh extras, reforçando que sua prioridade ainda é o visual, não a autonomia.
O avanço do eSIM
Nos Estados Unidos, o eSIM já é realidade desde o iPhone 14. Agora, a Apple expande a estratégia para Europa, Brasil e a maior parte do mundo. A empresa já treinou equipes de vendas em diversos países para lidar com a transição, indicando que a mudança é irreversível.
Para os usuários, isso significa ativar linhas digitais sem depender de cartão físico — o que facilita em viagens, mas exige que operadoras estejam preparadas para oferecer suporte ágil.
No Brasil, todas as grandes operadoras — Claro, TIM e Vivo — oferecem suporte ao eSIM. Ainda assim, a adoção é tímida: segundo a GSMA, apenas 5% das conexões móveis na América Latina usavam eSIM em 2023, mas a previsão é que esse número chegue a 16% até o fim de 2025 e ultrapasse 75% até o fim da década.
Outros rumores sobre o iPhone 17
Além das baterias, também surgiram informações sobre as possíveis cores da linha iPhone 17. Imagens divulgadas pelo leaker Sonny Dickson sugerem que a Apple deve apostar em tons mais vivos nos modelos padrão — como verde, azul claro e rosa — enquanto os modelos Pro manteriam opções mais sóbrias, com destaque para um ousado laranja metálico inédito.
Relatórios da TrendForce sugerem que o iPhone 17 Pro e o Pro Max terão aumento de cerca de US$ 100 em relação à geração anterior. Além disso, a Apple deve eliminar a versão de 128 GB, tornando os 256 GB a configuração mínima.
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iPhone 17 Pro: a partir de US$ 1.199 (256 GB)
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iPhone 17 Pro Max: a partir de US$ 1.299 (256 GB)
Outra novidade é o iPhone 17 Air, que deve ser o modelo mais fino da história da Apple, com apenas 5,5 a 6 mm de espessura. Feito em titânio, o aparelho deve combinar leveza com tela de 6,6” e bateria maior. Os preços estimados começam em US$ 1.099 na versão de 256 GB.
Um suposto vídeo de produção na China circula nas redes sociais mostrando o iPhone 17 Pro Max com um redesign radical. O clipe sugere uma ilha de câmeras que ocupa toda a largura traseira, acompanhada de uma área adicional para equilibrar o visual.


