No passado, a Motorola fez um grande sucesso com os aparelhos da linha RAZR, cujo design foi reciclado e recauchutado ad nauseam, dando origem a dezenas de modelos diferentes. Passados vários anos, a Motorola decidiu reviver a marca, lançando agora um Android ultra-fino:
Fisicamente, o Droid RAZR é um pouco similar ao Galaxy S II: relativamente grande porém muito fino. Ele é construído em torno de um chassi de aço inoxidável, sobre o qual os outros componentes são laminados, culminando com uma fina camada de kevlar na parte inferior, que oferece alguma proteção adicional contra impactos.
Um dos destaques é a tela, que mantém os 4.3″ encontrados em outros modelos, mas evolui na resolução, com 960×540. Ele utiliza uma matiz Super AMOLED, mas ainda não está claro se com um layout RGBW como no Droid Bionic ou se com outra organização.
O SoC inclui dois processadores Cortex A9, de 1.2 GHz, trabalhando em conjunto com um acelerador de vídeo PowerVR SGX 540 operando a 304 MHz. Ele inclui 1 GB de RAM LPDDR2 e 16 GB de Flash NAND para armazenamento.
Apesar do chassi de metal, ele é relativamente leve, pensando apenas 127 gramas. Ele também oferece uma câmera de 8 MP com suporte a gravação de vídeos 1080p, combinada com uma câmera frontal de 720p. Naturalmente, ele já virá com o Android 4.0, pegando carona no interesse em torno da nova versão.
A principal observação é que os 7.1 mm se aplicam à área mais fina. Como esta espessura é insuficiente para acomodar a câmera, a Motorola foi obrigada a adicionar uma protuberância no final, onde o aparelho tem cerca de 10 mm. Este tipo de design não é de todo ruim, pois a protuberância ajuda na pegada, mas não é a mesma coisa que ter um aparelho com realmente 7.1 mm em todo o corpo:
Inicialmente ele será lançado em versão 4G pela Verizon. A versão internacional (chamada apenas de “Moto RAZR”, sem o “Droid”) agendada para ser lançada logo em seguida, com um preço cheio de 379 Euros.


