O Windows Phone não é popular no Brasil ainda (nem no mundo, pra falar a verdade), mas não deixa de ser uma boa opção de sistema. Muita gente tem aquela velha imagem de que o Windows Phone é um simples Windows Mobile melhorado, mas não tem nada a ver: o sistema é completamente diferente. Parte da confusão se dá por desinformação dos próprios vendedores, que muitas vezes chamam tudo de Windows Phone ou Windows Mobile, tentando vender aparelhos velhos aproveitando o marketing dos novos. Não é por aí.
A ideia do WP é ser simples: quadros na tela inicial dão acesso rápido aos programas principais, contatos e notificações. É algo totalmente diferente do Android ou iOS, nem pior nem melhor: isso vai da opinião de cada um. E como formar a sua opinião sem nunca ter mexido em um? É, fica difícil.
Para ajudar a Microsoft preparou um site interativo com a interface do Windows Phone, para uso especialmente nos navegadores do Android e iOS. Basta entrar em https://aka.ms/wpdemo. Pode ser no computador também.
O demo naturalmente não funciona por completo, apenas permite navegar na interface e ter uma ideia de como é o controle do sistema. Em vez de exibir apenas ícones na tela inicial, o Windows Phone aproveita e lota a tela com notificações e informações em geral mais úteis do que o Android e o iOS. É como um misto de widgets e ícones.
A interface é bem recebida no mercado, apesar da baixa popularidade do sistema pelo seu pouco tempo e grandes limitações na distribuição – há poucos modelos, muitos chegam em poucos países e custam muito caro. Isso deverá mudar bem com a Nokia, assim que ela lançar seus aparelhos em mais países.
Quanto ao iOS não há muito o que fazer: a Apple continuará vendendo o iPhone pelo preço que quiser, sem dar opções mais simples. Já o Android e Windows Phone podem ser licenciados e usados numa grande diversidade de aparelhos. A própria MS confirmou há algum tempo que espera ver no mercado telefones com WP muito baratos, em breve. Mesmo com desempenho reduzido provavelmente farão algum sucesso, basta ver o caso dos Androids baratos, que de qualquer forma são muito melhores do que os telefones “comuns”.
