A empresa criou uma nova tinta prateada que contém metal, mas que possui ponto de fusão de apenas 140 graus Celsius. Isso é importante, já que funde a uma temperatura inferior à superfície que está sendo aplicada, por exemplo o plástico, que entra em fusão a 150 °C. A Xerox também pode criar, devido à esta técnica, os três principais componentes requeridos para circuitos integrados flexíveis: o semicondutor, o condutor, e o elemento dielétrico.
Com a nova tinta, a Xerox afirma que é possível imprimir eletrônicos em materiais novos, incluindo plásticos, filmes ou tecidos. Aliado às telas e baterias flexíveis, isso significa que os futuros leitores de e-books, celulares e tablets não precisarão de um plástico rígido atrás da tela. Outro benefícios incluem o menor peso dos componentes eletrônicos, ser mais barato e mais rápido de produzir, além de requerer ambientes menos rigorosos para produção.
A Xerox agora pretende negociar com fabricantes, mostrando exemplos e estabelecendo relações para permitir a produção de eletrônicos flexíveis em breve.
Fonte:
https://www.geek.com/articles/chips/xerox-make-fle…
Anúncio oficial:
https://www.xerox.com/go/xrx/template/inv_rel_new…
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