De alguns anos para cá, várias empresas, instituições e usuários domésticos acabaram migrando seu sistema operacional para o Linux ou outro livre, bem como começaram a utilizar programas em código fonte aberto, que é elaborados de forma coletiva e podem ser modificado por qualquer usuário, seja em contribuições de código, seja em sugestões visuais. Este processo não é apenas técnico, mas envolve uma alteração na cultura e, por isso, é de natureza pedagógica. Isso é o que afirma a notícia “Migração para o software o livre deve ser um empreendimento pedagógico”, publicada no site “Inovação Tecnológica“, sobre a pesquisa do pedagogo Anderson Fernandes de Alencar, em um estudo conduzido dentro da Faculdade de Educação (FE) da USP:
“O pesquisador participou por mais de um ano da mudança de sistema operacional e softwares proprietários da Microsoft para o sistema operacional Linux e programas utilitários de código aberto (como o Open Office) na ONG Instituto Paulo Freire, relatando e refletindo sobre todas as etapas da migração a partir do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador que dá nome à organização.
Em suas obras, entre outros assuntos, Álvaro Vieira Pinto reflete sobre tecnologia, técnica e a relação destas com o ser humano. Também trata da dependência tecnológica como fator de colonização dos países subdesenvolvidos.”
Veja a notícia original em:
https://www.inovacaotecnologica.com.br
Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26