Software livre longe da paixão

A liberdade para executar o software, para qualquer uso. A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades. A liberdade de redistribuir cópias. A liberdade de aprimorar o programa e de tornar as novas modificações públicas de modo que a comunidade inteira se beneficie da melhoria.

Com esses quatro princípios, Richard M. Stallman resumiu uma nova filosofia de abordar o software no início dos anos 80, que deu início a um movimento de proporções provavelmente inimagináveis ao se combinar com um desejo de rompimento em relação aos fornecedores tradicionais e, às vezes, até aos custos de aquisição.

Duas décadas depois, o software livre já é uma realidade e passa cada vez mais a ser considerado na escolha de soluções corporativas para diferentes tarefas. Em especial, certos setores da economia, como o governamental e varejista, e alguns países, como o Brasil, têm liderado o movimento.

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Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26

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