Confirmando um rumor que surgiu em maio de 2021, o Twitter realmente oficializou a versão paga da rede social. Chamada de Twitter Blue, ela traz funções exclusivas para os assinantes. Uma delas é a capacidade de editar os tweets antes que eles sejam publicados. Por enquanto, a versão paga da rede social de microblogs foi lançada apenas no Canadá e na Austrália.
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Funções do Twitter Blue
Neste início, o Twitter Blue chega com poucas funções para os assinantes. Com a assinatura ativa será possível criar pastas para organizar os itens que você salvou e também ativar um “Modo Leitura” para facilitar o acompanhamento de discussões mais longas.
A principal função exclusiva, no entanto, é realmente a de desfazer tweets. Ao clicar nesse botão, a publicação do tweet é atrasada em 30 segundos. Tempo suficiente para você revisar e corrigir erros gramaticais ou de digitação. Ou, mesmo, desistir de postar, caso seja alguma opinião polêmica.
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Apesar de não ser uma função nativa da rede social, já era possível fazer isso com algumas extensões. Um bom exemplo é a extensão Brizzly, que funciona desde março de 2020 e também exige um pagamento mensal.
Além disso, com o Twitter Blue, será possível alterar o esquema de cores do aplicativo e até mesmo a logo do serviço. O preço praticado no Canadá é de US$ 3,49 e na Austrália é de US$ 4,49, mais caro do que os rumores “previram”. Convertendo para a nossa moeda, dá algo em torno de R$ 14 e R$ 17.
Preço no Brasil é revelado
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Infelizmente, o Twitter ainda não tem planos (ou pelo menos não os divulgou) de levar o Twitter Blue para outros países. No entanto, o preço do serviço no Brasil foi revelado sem querer pela própria página do aplicativo na App Store. Ele será de R$ 15,90 por mês.
Apesar de ainda ter poucas funções exclusivas, os desenvolvedores pretendem adicionar novas funções com o tempo. Levando em conta principalmente o feedback dos usuários. Para quem gosta de se manter informado através do Twitter, pode ser que haja experiências para ter acesso a conteúdo pago através da assinatura do Twitter Blue.
O Twitter comprou a startup Scroll, que trabalha justamente no intuito de impedir o aparecimento de anúncios em artigos e notícias. Em minha opinião, esse parece um movimento acertado do Twitter. No momento serviços de assinatura estão em alta, como é o caso do OnlyFans, que a cada dia mais cresce atraindo usuários pagantes.
O Twitter também pretende monetizar a rede social de outras formas, como permitindo que as pessoas vendam ingressos para conversas no Spaces. O Twitter Spaces é o concorrente direto para o Clubhouse, que virou uma febre alguns meses atrás mas que já está baixando.
Fonte: Engadget