Confirmando rumores, a NVIDIA oficializou hoje (23) sua mais nova placa de vídeo, a GTX 1650, que, assim como a GTX 1660 Ti e a GTX 1660, é uma placa baseada na microarquitetura Turing, mas sem o suporte as principais tecnologias presentes na série RTX, o Ray tracing e o DLSS.
A placa é baseada no processador gráfico TU117 – de 12nm. São 896 núcleos CUDA, comunicando-se com 4 GB de memória GDDR5 em um barramento de 128 bits e frequência efetiva de 8 GHz, atingindo uma taxa de transferência de 128 GB/s. A placa também oferece 56 TMUs e 32 ROPs. Como estamos falando de um modelo que não oferece suporte ao Ray Tracing e DLSS, RT Cores e Tensor Cores não estão presentes na GTX 1650. São 3 TLOPs de poder computacional.
Assim como os demais modelos GTX Turing a NVIDIA optou por não lançar um modelo de referência, isso significa que veremos no mercado apenas os modelos lançados por seus parceiros, como Gigabyte, MSI, ASUS, GALAX, entre tantas outras.
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Em frequências nominais, a novidade fornece cerca de 3 de poder de computação TFlops. O consumo médio de energia de uma placa de vídeo é de 68 W, e é por isso que o conector de alimentação adicional é opcional.
Segundo a NVIDIA, em Full HD a GeForce GTX 1650 é duas vezes mais produtiva que a GeForce GTX 950, que estreou em 2015 e 70% a mais poderosa que a GeForce GTX 1050. O TDP da GTX 1650 é de 75W, o que significa que alguns modelos podem vir sem o conector de energia, porém, o fabricante pode optar por fazer o seu projeto com o conector, permitindo que a placa possa desempenhar um pouco melhor.
Em comparação aos modelos da AMD, a GTX 1650 deve competir diretamente com a RX 570, de 4 GB.
Preço e disponibilidade
O preço sugerido da GTX 1650 é de US$ 149,99. No Brasil a placa tem preço estimado de R$ 929.