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Operação Linha Ocupada: PF confisca mais de 50 eletrônicos e prende suspeitos por descaminho

Mais de R$ 1,8 milhão em produtos foram confiscados em operação que atingiu ES e SP

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Na última terça-feira (15), a Polícia Federal realizou uma nova fase da Operação Linha Ocupada, em parceria com a Receita Federal, para desarticular um esquema de venda ilegal de eletrônicos no Brasil. A ação teve como alvos residências e estabelecimentos comerciais em Vitória, Vila Velha, Cariacica e Conceição da Barra (ES), além da capital paulista.

Mais de R$ 1,8 milhão em bens apreendidos

Agentes da Receita Federal e da Polícia Federal observam caixas de iPhones e um iPad expostos sobre uma mesa durante apreensão de eletrônicos

Durante o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão, os agentes recolheram mais de 50 celulares, tablets, notebooks, smartwatches e outros eletrônicos, além de veículos de luxo, armas de fogo e diversos documentos. O valor estimado dos bens apreendidos ultrapassa os R$ 1,8 milhão.

Dois suspeitos foram presos em flagrante por descaminho, que é a entrada ilegal de mercadorias no país sem o devido recolhimento de impostos.

Prateleira com caixas de iPhones novos lacradas, caixas de AirPods e um embrulho plástico, sobre um balde de lixo; cena de apreensão de eletrônicos

Esquema contava com fornecedores internacionais

De acordo com a PF, a investigação identificou uma rede estruturada de contrabando, que envolvia fornecedores no Brasil e no exterior. Os produtos eram importados de forma fraudulenta e vendidos sem nota fiscal, utilizando câmbio paralelo e práticas de lavagem de dinheiro para ocultar a origem dos lucros.

Vendas feitas pelas redes sociais

Para atrair consumidores, os envolvidos anunciavam os eletrônicos em redes sociais e aplicativos de mensagens, sempre com preços muito abaixo do valor de mercado. Todo o processo de comercialização acontecia fora da legalidade, sem pagamento de impostos ou emissão de nota fiscal.

Receita Federal fará autuação fiscal

Todo o material recolhido foi encaminhado à Receita Federal, que ficará responsável pela autuação fiscal dos envolvidos. Os suspeitos podem responder por crimes como descaminho, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Foto de William R. Plaza
Postado porWilliam R. Plaza

Editor-chefe no Hardware.com.br, aficionado por tecnologias que realmente funcionam. Segue lá no Insta: @plazawilliam Elogios, críticas e sugestões de pauta: william@hardware.com.br

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