Nota do Editor: Durante o recesso, estamos republicando matérias que foram destaque ao longo de 2025. Este conteúdo foi originalmente publicado em 23 de maio de 2025. Nossa cobertura regular retorna na próxima segunda-feira, 05 de janeiro de 2026. Abraço!
Depois de anos usando apenas Mac e consoles, um gamer decidiu montar um PC gamer. O resultado? Um salto de desempenho tão grande que o PS5 virou peça de decoração. Ele relatou a troca em um post no Reddit.
A configuração escolhida por ele foi a seguinte:
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Processador: AMD Ryzen 7 7700
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Cooler: DeepCool AK620
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Placa de Vídeo: Gigabyte RTX 3060 (substituída posteriormente por RTX 5080)
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Memória RAM: 32 GB DDR5 Kingston 6000 MHz
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SSD: Samsung 990 PRO
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Fonte: MSI 850W
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Gabinete: Be Quiet! Pure Base 500DX
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Monitor: MSI MAG 274UPF 4K 144 Hz
A Transição do Console para o PC
Após 15 anos longe dos PCs, um usuário do Reddit decidiu montar um setup com RTX e processador Ryzen. O desempenho foi tão impressionante que ele largou o PS5.
Inicialmente, a configuração parecia equilibrada, mas a RTX 3060 não acompanhava bem os jogos em 4K a 144 Hz. Ela até segurava 60 quadros por segundo na maioria dos jogos, mas quem experimenta mais de 100 FPS descobre rapidamente que não tem mais volta.
Resultado: a 3060 foi devolvida e substituída por uma RTX 5080. E o PS5? Desde então, não foi mais ligado.
“Eu realmente não fazia ideia do quanto jogar a mais de 100 FPS faria tanta diferença. É simplesmente outro nível de experiência”, comentou ele no post
Reações da Comunidade
Nos comentários, muitos se identificaram com a experiência. Um usuário resumiu bem:
“Quando você vê um jogo rodando em 4K a 120 FPS ou mais, não tem como voltar para os consoles.
Outro lembrou de algo que só quem joga no PC entende: mods. Seja para melhorar gráficos, adicionar conteúdos ou transformar completamente os jogos, esse é um universo que simplesmente não existe nos consoles
O dono do post concordou na hora:
“Nossa, bem lembrado! Eu mexia com mods lá por 2010… espero que ainda seja tão divertido quanto naquela época.
No fim das contas, só alegria (e muitos frames)
O que começou como um projeto para “matar a saudade de montar PCs” virou uma paixão renovada. E a velha história se repete: quem descobre a liberdade, a customização e a potência do PC dificilmente consegue voltar para o universo fechado dos consoles
Se tem arrependimento? Nenhum. Só sobrou espaço para mais FPS
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