Grandes mudanças no Slackware Linux 13.0

Grandes mudanças no Slackware Linux 13.0

Slackware Linux 13.0 – the oldest Linux distro gets a major overhaul
Autor original: Caitlyn Martin
Publicado originalmente no:
distrowatch.com
Tradução: Roberto Bechtlufft

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No fim de agosto, o Slackware Linux, a mais antiga distribuição Linux em atividade, anunciou sua nova e importante versão. Uma análise aprofundada do Slackware 13.0 me pareceu obrigatória para o DistroWatch.

Quando analisei o Slackware 12.1 para o noticiário da O’Reilly no ano passado, os resultados foram um tanto controversos. Chris Smart abriu sua análise do Arch Linux em janeiro escrevendo: Sempre que analiso uma distribuição eu levo em conta o que se espera dela, com base nas declarações dadas por seus criadores. Cada distribuição Linux é única e tem objetivos diferentes. Algumas tentam ser e fazer tudo, outras apelam a pequenos grupos. Algumas querem incluir drivers binários e codecs proprietários por padrão, outras dão uma baita volta para não compactuar com isso. Não faz sentido julgar todas pelo mesmo critério.Eu compartilho da filosofia do Chris quando escrevo minhas análises, e foi justamente essa abordagem a responsável, em grande parte, pela reação hostil que alguns defensores mais ardorosos do Slackware tiveram à minha análise.

Se você visitar a página de informações do site oficial do Slackware, verá que o primeiro parágrafo descreve a distro: A versão oficial do Slackware Linux de Patrick Volkerding é um sistema operacional Linux avançado, desenvolvido tendo por objetivos e prioridades máximas a facilidade de uso e a estabilidade. Incluindo as versões mais recentes de programas populares ao mesmo tempo em que mantém o sentido de tradição, oferecendo simplicidade e facilidade de uso associada à flexibilidade e ao poder, o Slackware une o melhor de todos os mundos.Observe que “facilidade de uso” é listada como um objetivo e é mencionada duas vezes, para dar ênfase. Apesar dessa afirmação, o Slackware não é conhecido por sua facilidade de uso. Mesmo com as melhorias do Slackware 13.0, eu ainda não acho que exista alguma coisa fácil nessa distro para quem não for um usuário avançado e experiente, que se sinta extremamente confortável em usar a linha de comando e ter que editar arquivos de configuração manualmente.

Nesta análise, estou me focando no Slackware no desktop. Comecei a trabalhar com o Slackware 13.0 há quatro semanas, em um netbook Sylvania g Meso (CPU Intel Atom N270 de 1,6 GHz, 1 GB de RAM e HD de 80 GB). O sistema teve uma falha de hardware há 17 dias e está sendo trocado. Concluí os testes e esta análise usando meu Toshiba Satellite 1805-S204 (CPU Intel Celeron de 1 GHz, 512 MB de RAM e HD de 20 GB), que já tem sete anos de idade. Há tempos o Slackware é camarada com computadores antigos. Isso não mudou na versão nova, que se sai muito bem no meu laptop Toshiba. O Slackware 13.0 é a primeira versão a disponibilizar uma edição nativa de 64 bits. Infelizmente, não tenho nenhum hardware de 64 bits disponível para testes, então a análise vai ficar apenas na edição de 32 bits.

A distribuição tem a merecida reputação de ser estável e confiável. Ela sempre brilhou nessas áreas, e essa tradição se mantém na versão 13.

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