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Conteúdo em vídeo é responsável por mais de 60% do tráfego da internet

Segundo dados da agência da empresa de análise Sandvine, conteúdo em vídeo foi responsável por 65,93% de todo o tráfego da internet em 2022. Essa categoria apresentou um crescimento, comparado a 2021, quando o percentual de consumo de vídeo sobre o tráfego total era de 53,71%. Em contrapartida, o consumo de conteúdo em redes sociais …

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Segundo dados da agência da empresa de análise Sandvine, conteúdo em vídeo foi responsável por 65,93% de todo o tráfego da internet em 2022. Essa categoria apresentou um crescimento, comparado a 2021, quando o percentual de consumo de vídeo sobre o tráfego total era de 53,71%.

Em contrapartida, o consumo de conteúdo em redes sociais registrou queda. Caiu de 12,69% em 2021 para 5,26% em 2022.

Categorias mais representativas por volume de tráfego de dados em 2022

Tabela com as 10 principais categorias de tráfego da internet em 2022 e seus percentuais, com vídeo em primeiro lugar com 65,93%

Esses dados foram compilados a partir da análise de mais de 177 provedores de serviços em todo o mundo. As Big 6 (Facebook, Amazon, Google, Apple, Netflix e Microsoft) ainda são responsáveis por quase metade de todo o tráfego da internet. Google e Netflix são os responsáveis pelos maiores volumes.

Tabela com participação percentual no tráfego da internet em 2021 e 2022 das marcas Google, Netflix, Facebook, Microsoft, Apple e Amazon, com total de 56,35% e…

No entanto, enquanto o Google registou queda de 2021 para 2022 (saiu de 20,99% para 13,85%) a Netflix cresceu (passou de 9,39% para 13,74%). Em 2022 também foi a primeira vez que a Netflix ultrapassou o Youtube como o app individual que gera mais tráfego. Tik Tok, Hulu e Disney+ também aparece entre os 10 mais geradores de tráfego na categoria vídeo.

Tabela com rankings de aplicativos e serviços por categoria: Vídeo, Games, Social e Messaging, com Netflix, YouTube, Steam, Roblox, Facebook e WhatsApp entre o…

“Após os picos históricos de tráfego da Internet impulsionados pelo COVID em 2020 e 2021, o ‘novo normal’ no uso e nos volumes de aplicativos parece ter chegado para ficar”, disse o diretor de soluções da Sandvine, Samir Marwaha . “A rápida aceleração da digitalização levou a uma maior dependência de aplicativos e uma rápida evolução para aplicativos mais sofisticados que fundem várias funções e recursos.” Conceito que pode ganhar tração com os Super Apps.

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Foto de William R. Plaza
Postado porWilliam R. Plaza

Editor-chefe no Hardware.com.br, aficionado por tecnologias que realmente funcionam. Segue lá no Insta: @plazawilliam Elogios, críticas e sugestões de pauta: william@hardware.com.br

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