Índice das dicas
Acompanhe por aqui as dicas do Hardware.com.br. As dicas são textos curtos, com de duas a três páginas, que contém alguma dica específica relacionada a Linux, Windows, redes, servidores, hardware ou outros temas dentro da área técnica. O tema pode ser a utilização básica de um programa, a instalação de uma distribuição, ensinar a resolver um problema ou instalar algum periférico difícil, por exemplo.
Servidores: redundância, RAID e alta disponibilidade
Basicamente qualquer PC pode ser usado como um servidor, basta que você instale os softwares apropriados. Para tarefas leves, como compartilhar a conexão, até mesmo máquinas antigas podem prestar bons serviços. Entretanto, quando falamos de servidores de hospedagem e servidores usados em grandes empresas, o cenário é um pouco diferente.
8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3/dez/2010 às 13h43
Configurando a rede wireless no Slackware
Assim como praticamente todas as distribuições atuais, o Slackware inclui o udev, que se encarrega de detectar e ativar a placa wireless quando os drivers necessários estão disponíveis. Ele também inclui a maior parte dos drivers disponíveis, incluindo os firmwares. Entretanto, ele não inclui o networkmanager, nem nenhuma outra ferramenta de configuração amigável, o que torna necessário configurar a rede wireless usando diretamente o iwconfig e o wpa_supplicant, as ferramentas de configuração manual. Vamos então a um resumo sobre a configuração da rede no Slackware.
14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/dez/2010 às 15h16
Smartphones com Linux
Além do Android, existem outras plataformas móveis baseadas em Linux, como o OpenMoko da FIC, usado no Neo Freerunner e o EZX da Motorola, usado em aparelhos como o A1200i que, embora não seja muito comum aqui no Brasil, fez sucesso na china e outros países da ásia.
14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/dez/2010 às 15h09
Entendendo a arquitetura de hardware dos smartphones
Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/dez/2010 às 15h01
Chips de desbloqueio e clonagem de chips SIM
Os chips de desbloqueio (SIM-unlock) permitem usar chips de outras operadoras em aparelhos bloqueados. Assim como no caso dos dual-sim, o "chip" é composto por um cabo flexível, contendo os contatos e um pequeno chip, que faz a modificação dos sinais, removendo a identificação da operadora e fazendo assim com que o aparelho aceite o chip20 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/dez/2010 às 14h54
Windows Mobile: pegando carona na conexão de outros aparelhos
Uma dica rápida para quem usa um smartphone ou PDA baseado no Windows Mobile é que, além de usar um plano de dados ou conexões Wi-Fi, é possível também navegar usando a conexão de outro celular, via Bluetooth, o que é interessante se você tem algum amigo com um plano de dados ilimitado, que não se importe em ter você como carona. Funciona da mesma forma que ao conectar através do PC, usando o celular como modem, mas nesse caso usando smartphone com o Windows Mobile no lugar do PC.1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/dez/2010 às 14h45
Um lugar para o Slackware
As distribuições Linux são um bom exemplo de ação da lei de seleção natural. Novas distribuições surgem praticamente a cada dia, mas poucas continuam ativas por mais do que alguns meses. O motivo é bastante simples: qualquer um com conhecimentos técnicos suficientes pode criar uma nova distribuição, tomando como base alguma distribuição já existente. Entretanto, apenas as que conseguem reunir um grupo suficientemente grande de usuários e desenvolvedores conseguem sobreviver a longo prazo.
48 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/dez/2010 às 20h17
Suporte às placas SiS Mirage 3 (771/761) no Linux
Os chipsets da SiS são como uma epidemia de gripe. Elas desaparecem do mercado em algumas épocas, mas logo retornam com força total para atormentar os desavisados. Além do desempenho e qualidade geral ruim, os chipsets da SiS são bem conhecidos pelo fraco suporte no Linux. De fato, a única vantagem que eles oferecem sobre os concorrentes é o preço mais baixo.
63 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/mar/2011 às 15h37
Linux: entendendo o Kernel
Hoje em dia, quando falamos em "Linux" estamos normalmente nos referindo à plataforma como um todo, incluindo as diferentes distribuições e softwares. Mas, no início, o Linux era apenas o kernel desenvolvido pelo Linus Torvalds. O Kernel é a peça fundamental do sistema, responsável por prover a infra-estrutura básica necessária para que os programas funcionem, além de ser o responsável por dar suporte aos mais diferentes periféricos: placas de rede, som e o que mais você tiver espetado no micro.
30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/dez/2010 às 20h21
Slackware: sobrevivendo ao primeiro boot
Depois de instalado o sistema, vem o primeiro susto. Diferente de outras distribuições, o Slackware não carrega o ambiente gráfico por padrão, se limitando a pedir o login em modo texto.
22 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/dez/2010 às 20h04
Dicas gerais de segurança
A questão da segurança tem se tornado cada vez mais importante à medida que a Internet torna-se um ambiente cada vez mais hostil e as ferramentas para capturar tráfego, quebrar sistemas de encriptação, capturar senhas e explorar vulnerabilidades diversas tornam-se cada vez mais sofisticadas.
17 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/dez/2010 às 19h57
Slackware: configurando o X
Ao contrário de praticamente todas as outras distribuições atuais, o Slackware não configura automaticamente o vídeo durante a instalação, mantendo a cultura de deixar que você quebre a cabeça e aprenda a fazer as coisas sozinho.
22 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/dez/2010 às 20h23
Como ajustar o DPI da tela no Android (mais espaço na tela)
Quando lemos as especificações dos aparelhos com o Android, a resolução das telas sempre chama a atenção, afinal, os 800x480 da maioria dos aparelhos são a mesma resolução de tela usada nos primeiro netbooks, suficiente para acomodar muita coisa. O grande problema é que o Android nivela por baixo, usando ícones e fontes grandes e mostrando apenas poucas opções por menu, sem oferecer opções de configuração. Em algumas situações, o sistema aproveita tão mal o espaço que não sobra lugar para exibir mais do que duas ou três opções de um menu.
20 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/nov/2010 às 09h18
Receptores GPS e triangulação celular
Como bem sabemos, o GPS é um sistema de posicionamento a partir de sinais enviados por uma rede de satélites. O receptor GPS calcula o tempo que os sinais de pelo menos três satélites demoram para chegar e, a partir daí calcula sua posição com uma precisão de poucos metros.
29 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/nov/2010 às 14h42
Distribuições Linux: Os LiveCDs
Embora o Debian "puro" seja bastante espartano em termos de ferramentas de configuração, ele oferece um repositório de pacotes incrivelmente completo, o Debian e é por isso usado como base para o desenvolvimento de inúmeras outras distribuições. O Knoppix acabou se tornando um marco dentro da história do Linux porque ele foi a primeira distribuição Linux live-CD realmente utilizável, oferecendo um bom desempenho e um excelente script de autoconfiguração, que detectava o hardware da máquina durante o boot, gerando os arquivos de configuração de forma automática e entregando um sistema funcional no final do processo. Distribuições live-CD anteriores, como o DemoLinux eram muito mais lentas e impráticas de usar.
15 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/nov/2010 às 14h38
Gerando estatísticas com o webalizer
O Webalizer é um gerador de estatísticas de acesso para o servidor web. O Apache, por si só, loga todos os acessos feitos ao servidor, incluindo as páginas acessadas, o tráfego gerado, os navegadores e os sistemas operacionais usados pelos clientes, entre outras informações úteis para entender os hábitos e interesses de seus visitantes. Com o Apache funcionando, é simples instalar o Webalizer: procure pelo pacote "webalizer" dentro do gerenciador de pacotes. Ele é incluído em todas as principais distribuições.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/nov/2010 às 14h35
Dica rápida de como usar um Motorola Milestone como modem USB no Linux
O Motorola Milestone é atualmente (novembro de 2010) uma das melhores opções de aparelhos baseados no Android. Por já ser um modelo "ultrapassado" ele já caiu muito de preço e basta fazer overclock através do Milestone Overclock para que ele ofereça um desempenho competitivo com o dos modelos atuais. Entretanto, uma das limitações do Motorola Milestone e de outros aparelhos com versões do Android anteriores à 2.2 é a ausência de um sistema nativo de compartilhamento da conexão. Naturalmente, existem opções como o PDAnet, mas elas ou dependem de um cliente para o Windows, ou fazem o compartilhamento via Wi-Fi, o que é um obstáculo no caso dos desktops, onde normalmente não temos uma placa wireless instalada.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/nov/2010 às 11h29
Samba x Windows Vista
O Windows Vista utiliza, por padrão, o sistema de autenticação NTLMv2 para acesso a compartilhamentos de arquivos. O NTLMv2 é usado desde o Windows NT 4, embora tenha sofrido diversas modificações ao longo do tempo até chegar ao Vista. As versões anteriores do Windows, incluindo o 2000 e o XP também suportam o NTLMv2, mas permitem o uso do sistema anterior (o NTLM), caso interlocutor não ofereça suporte a ele.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/nov/2010 às 15h03
Suporte a arquivos de mais de 2 GB no Samba (lfs)
Além de ser usado através do Nautilus ou do Konqueror, que oferecem opções de acesso a compartilhamentos Windows, o Samba possui também um cliente de modo texto, o smbclient, usado via terminal. É possível também montar os compartilhamentos diretamente, funcionalidade que equivale à opção "mapear unidade de rede" disponível nos clientes Windows, usando o comando "mount -t smbfs.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/nov/2010 às 14h53
Apache: Instalando o suporte a PHP e MySQL
No início, existiam apenas páginas html estáticas, com links atualizados manualmente. Depois, surgiram os scripts CGI (geralmente escritos em Perl), que permitiram criar vários tipos de formulários e automatizar funções. Finalmente, surgiu o PHP, adotado rapidamente como a linguagem padrão para criação de todo tipo de página dinâmica, fórum ou gerenciador de conteúdo.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/nov/2010 às 14h50
Módulos do Apache: rewrite e deflate
O principal ponto forte do Apache é o grande volume de módulos disponíveis para ele. Sempre que você precisa de algum recurso em especial, o primeiro passo é fazer uma pesquisa na web por algum módulo que desempenhe a função desejada. Se o recurso que precisa for uma necessidade comum, muito provavelmente você encontrará um módulo já pronto que se propõe a resolver o problema.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/nov/2010 às 14h48
Entendendo o mercado de servidores dedicados e planos de hospedagem
Um servidor dedicado é, como o nome sugere, uma máquina só sua, que, além de hospedar os sites da sua empresa, pode ser usado para fornecer serviços, como servidores virtuais e planos de shared hosting. Existem várias empresas especializadas neste tipo de serviço, que oferecem desde servidores baratos, por de US$ 80 a US$ 150 mensais, até servidores mais parrudos, de acordo com suas necessidades e seu bolso.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/nov/2010 às 14h42
Uma linha do tempo das distribuições Linux
No começo, instalar o Linux era uma tarefa ingrata. Tudo o que existia era o código fonte do Kernel, que precisava ser compilado (usando o Minix ou outro sistema operacional) e combinado com outros utilitários e bibliotecas (que também precisavam ser compilados, um a um) para que você tivesse um sistema operacional funcional. Isso explica porque nos primeiros meses, após o célebre anúncio feito por Linux Torvalds em agosto de 1991, o Linux tinha apenas algumas dezenas de usuários, a maior parte deles programadores, que em maior ou menor grau participavam do desenvolvimento do sistema.
30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23/mar/2011 às 15h36
Luz de emergência para celulares Nokia e scripts em Phyton
Uma dica rápida de aplicativo interessante para celulares Nokia (que também funciona em aparelhos de outros fabricantes) é o All in One Torch.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 16h11
Smartphones: Baterias e autonomia
Assim como no caso dos notebooks, os componentes usados nos smartphones, assim como muitas das funções são limitadas por causa da capacidade das baterias. Basta fazer uma conta simples: um aparelho que usa uma bateria Li-Ion de 3.7V, com 980 mAh de capacidade, dispõe de apenas 3626 miliwatts (ou seja, pouco mais de 3 watts) de energia. Levando em conta que a maioria das pessoas espera que a bateria dure dois dias ou mais, temos uma noção do tamanho do problema que os fabricantes precisam enfrentar ao projetar um novo aparelho.
16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 16h08
Redes: TCP/IP, endereçamento e portas
O endereçamento IP é sempre um tema importante, já que é ele que permite que o brutal número de redes e hosts que formam a Internet sejam capazes de se comunicar entre si. Existem duas versões do protocolo IP: o IPV4 é a versão atual, que utilizamos na grande maioria das situações, enquanto o IPV6 é a versão atualizada, que prevê um número brutalmente maior de endereços e deve se popularizar a partir de 2012 ou 2014, quando os endereços IPV4 começarem a se esgotar.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 16h05
Resumo das regras do Iptables
As regras do Iptables são muitas vezes um desafio até mesmo para os administradores mais experientes. Escrever regras de firewall é quase como aprender um novo dialeto. Existem muitas combinações possíveis entre os parâmetros disponíveis e "regras de concordância", que determinam o que funciona e o que não.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 16h02
Mobile codes: input de texto em smartphones
Um dos problemas com os smartphones com teclado numérico é a dificuldade em digitar links, endereços de e-mails e outras informações. Este é possivelmente um dos fatores que limita o uso dos aparelhos para navegação e outras funções. Uma solução inteligente para o problema é o uso de mobile codes, códigos de barra bidimensionais que podem incluir links, endereços de e-mail ou mesmo pequenos blocos de texto
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 15h57
Entendendo as identificações de partição no Ubuntu (UUIDs)
No Linux, todos os dispositivos de sistema são acessados através de arquivos especiais criados dentro do diretório "/dev". Isso naturalmente inclui os HDs e as partições. Tradicionalmente, os HDs IDE são acessados através de devices iniciados com "/dev/hd", como em "/dev/hda". Entretanto, isso mudou nas versões recentes do Kernel (a partir do 2.6.20), onde, devido a uma mudança no subsistema que dá suporte a discos, todos os HDs passaram a receber devices iniciados com "/dev/sd", independente de serem HDs IDE, SATA, SCSI ou USB.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/nov/2010 às 15h53
Prevendo defeitos no HD
Um dos problemas fundamentais dos HDs é que, por guardarem uma quantidade muito grande de informações, qualquer defeito tem um efeito potencialmente catastrófico. É muito diferente de riscar ou perder um CD-ROM, por exemplo, já que o CD armazena uma pequena quantidade de dados, geralmente cópias de dados que estão gravados em algum outro lugar.
13 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h18
HDs: Entendendo as interfaces SATA
As interfaces IDE foram originalmente desenvolvidas para utilizar o barramento ISA, usado nos micros 286. Assim como no barramento ISA, são transmitidos 16 bits por vez e utilizado um grande número de pinos. Como é necessário manter a compatibilidade com os dispositivos antigos, não existe muita margem para mudanças dentro do padrão, de forma que, mesmo com a introdução do barramento PCI e do PCI Express, as interfaces IDE continuam funcionando fundamentalmente da mesma forma.
8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h16
HDs: Entendendo as interfaces IDE
Assim como outros componentes, as interfaces usadas como meio de conexão para os HDs passaram por um longo caminho evolutivo. As placas-mãe usadas nos primeiros PCs sequer possuíam interfaces de disco embutidas. Naquela época, as interfaces IDE ainda não existiam, de forma que novas interfaces eram vendidas junto com os HDs e instaladas em slots ISA disponíveis. A primeira interface foi criada pela Seagate, para uso em conjunto com o ST-506, um HD de 5 MB. Em seguida foi lançado o ST-412, de 10 MB. As duas interfaces são chamadas respectivamente de MFM e RLL devido ao método de codificação usado. Além da Seagate, estes HDs e interfaces foram produzidos também por outros fabricantes, como a Quantum e a Maxtor.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h14
Firewalls, uma apresentação
O Linux, de uma forma geral, é relativamente imune a vírus, worms e trojans, que são a principal causa de invasões e dores de cabeça em geral no Windows. Isso não ocorre apenas porque o Windows é usado em mais máquinas e por isso um alvo maior, mas também porque os aplicativos disponíveis no Linux são, pela média, bem mais seguros.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h11
Escrevendo um script de firewall
Existem muitos firewalls gráficos for Linux, como o Shorewall e o Firestarter. Eles variam em nível de facilidade e recursos, oferecendo uma interface amigável e gerando as regras do Iptables de acordo com a configuração feita. Você pode escolher entre usar o programa que melhor atenda suas necessidades ou configurar diretamente o Iptables com as regras desejadas. Neste caso, você pode formular as regras diretamente, definindo condições onde os pacotes serão aceitos ou recusados
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h09
Script de firewall para o gateway da rede
Vamos agora aprimorar a configuração, gerando um script de firewall mais elaborado, voltado para um servidor de rede local, configurado como gateway da rede.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 16h10
Ativando o cache em memória do Firefox
A ideia de armazenar um cache das páginas em disco surgiu em uma época em que as conexões eram muito mais lentas e as páginas muito mais simples do que hoje em dia. Embora o cache em disco continue sendo importante em muitas situações (com destaque para quem navega usando as sofríveis conexões "3G" oferecias pelas operadoras nacionais), já existem casos em que o cache em disco acaba por atrapalhar, já que a leitura de um grande número de pequenos arquivos pode demorar mais do que um novo download através de uma conexão rápida. Para complicar, o cache de aplicativos, anúncios e vídeos em flash, que seria o que realmente poderia ajudar a melhorar a velocidade é desativado pelo plug-in da Macromedia. Embora o recurso venha desativado por padrão, o Firefox oferece a opção de desativar o cache em disco e armazenar o cache diretamente para a memória RAM, o que oferece acesso quase instantâneo aos arquivos, eliminando as desvantagens do cache.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/nov/2010 às 09h00
Apache: Usando virtual hosts
O suporte a virtual hosts é um daqueles recursos fundamentais, que possibilitaram o surgimento da Internet da forma como a conhecemos hoje. Ele permite hospedar diversos sites, com domínios ou subdomínios diferentes usando um único servidor e um único endereço IP. Os únicos limitantes com relação ao volume de sites que é possível hospedar são os recursos de hardware do servidor e a banda disponível.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/nov/2010 às 16h50
Script de firewall para um servidor dedicado
Ao configurar um servidor dedicado, o firewall é ainda mais importante, já que por possuir não apenas um endereço IP fixo, mas também ser acessível através de um domínio potencialmente bem conhecido, o servidor será alvo de ataques contínuos. Por um lado, a configuração é mais simples, já que você não precisará se preocupar com regras de roteamento e de encaminhamento de pacotes, como ao configurar o firewall do gateway da rede, mas, por outro, existe um conjunto de cuidados adicionais a tomar.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/nov/2010 às 16h48
Firewall: Bloqueando portas de saída e domínios
Mais um uso importante para o firewall é bloquear portas de saída, ou seja, bloquear portas no sentido rede local > Internet. Isso permite bloquear o uso de determinados programas que utilizem estas portas.4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/nov/2010 às 16h43
Firewall: Forwarding de portas
Ao compartilhar uma conexão via NAT, apenas o servidor recebe conexões vindas da Internet. Os micros da rede local acessam através do servidor e recebem apenas pacotes de resposta. Na maioria dos casos, é justamente isso que você deseja, já que apenas o servidor fica exposto a ataques diretos, enquanto as estações ficam protegidas dentro da rede local. Entretanto, isso nos leva a outro problema, que são os casos em que você realmente deseja que algum dos hosts fique diretamente acessível.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/nov/2010 às 16h40
Ativando o suporte a SSL em servidores web
O SSL (Secure Socket Layer) é o protocolo usado para criar páginas seguras, encriptando toda a transmissão entre o cliente e o servidor. Os dois usos mais comuns são em páginas de comércio eletrônico, onde é necessário oferecer um ambiente seguro para concluir a transação e transmitir dados confidenciais e também na criação de ambientes administrativos, como os usados pela maioria dos gestores de conteúdo, que permitem que você gerencie o conteúdo do site.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 15h18
ThinClients
Ao usar o LTSP, ou qualquer sistema de boot remoto, você está justamente transformando seus PCs em ThinClients, ou seja, em terminais leves. Em geral, utilizar PCs baseados em placas-mãe de baixo custo, sem HD, é a opção mais barata (mesmo ao optar por utilizar micros novos), mas existem também diversos modelos de ThinClients especializados no mercado, geralmente baseados em processadores de baixo consumo da VIA ou processadores AMD Geode.
14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 14h54
Celulares Nokia: S40, S60, S80 e Maemo
A Nokia é provavelmente a maior fabricante de celulares e smartphones. Algumas pesquisam falam em até 40% do mercado global e até 60% em alguns países da Europa. Como era de se esperar, a linha da Nokia é composta por centenas de modelos, cuja numeração nem sempre é uma indicação clara dos recursos oferecidos.
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 14h47
Dicas de segurança para o PHP em um servidor LAMP
O interpretador php é configurado através do arquivo "php.ini", um longo arquivo de configuração que permite ativar ou desativar opções diversas da linguagem, como por exemplo a possibilidade de fazer upload de arquivos através de scripts colocados nas páginas.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 14h41
Agendando tarefas com o cron
O agendamento de tarefas é um recurso essencial em servidores. No Linux, o daemon responsável pela tarefa é o cron. Ele é o responsável por diversas funções executadas automaticamente na maioria das distribuições, tais como o rotacionamento dos logs e pode ser programado para executar operações diversas, tais como scripts de backup.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 14h38
O básico da linha de comando
Ter fluência no uso da linha de comando é um pré-requisito para qualquer bom administrador. Usar o prompt é, de certa forma, muito parecido com aparecer uma segunda língua, onde os comandos equivalem às palavras e a sintaxe e os argumentos usados equivalem à gramática. A única forma de adquirir um bom vocabulário e, principalmente, de entender a gramática é estudando, mas por outro lado, a única forma de adquirir fluência é realmente falando, o que na nossa analogia equivale a acumular "horas de vôo" no uso do terminal. No começo é normal que você fique "catando milho" e precise pesquisar e olhar as páginas de manual para se lembrar mesmo dos comandos mais simples, mas com o tempo usar o terminal acaba sendo uma coisa tão natural quanto falar ou escrever. O importante é não desanimar.7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/nov/2010 às 14h35
Criando aplicativos para o iPhone no Linux (sem Xcode e MacOS X)
Compartilho aqui no Guia do Hardware um projeto e/ou iniciativa batizado como LiMobile (Linux SDK for iMobile). O principal objetivo deste projeto é proporcionar a composição rápida do ambiente de desenvolvimento para dispositivos móveis da APPLE até para usuários com pouco conhecimento na plataforma GNU/Linux. Sendo o seu foco principal é evitar transtornos de dependências de pacotes e incompatibilidade de versões.
4 comentáriosPor Alessandro de Oliveira Faria. Revisado 16/nov/2010 às 09h03
Usando um mouse bluetooth no Linux
Os mouses bluetooth são bastante práticos para quem tem um notebook com transmissor bluetooth embutido (ou que deixa um dos transmissores bluetooth em miniatura plugados continuamente), já que eles eliminam a necessidade de ficar encaixando e desencaixando o transmissor cada vez que precisa guardar o notebook. Vamos então a uma dica rápida de como ativá-los no Linux
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/nov/2010 às 14h52
Usando o Vono em celulares S60
Dentro da área sobre smartphones, outra fonte de perguntas foi sobre a configuração do Vono (o serviço de VoIP via SIP da GVT) que, pelo número de e-mails, parece ter um volume considerável de usuários. Ele é uma boa opção para quem tem um plano de dados, pois permite tanto fazer quanto receber ligações e os servidores no Brasil garantem uma baixa latência e uma boa qualidade nas chamadas.
7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/nov/2010 às 14h47
Entendendo as portas TCP e UDP
Ao conectar na Internet, seu micro recebe um único endereço IP válido. Apesar disso, mantemos vários programas ou serviços abertos simultaneamente. Em um desktop é normal ter um programa de e-mail, um cliente de FTP ou SSH, o navegador, um cliente de ICQ ou MSN, dois ou três downloads via bittorrent e vários outros programas que enviam e recebem informações, enquanto um único servidor pode manter ativos servidores web, FTP, SSH, DNS, LDAP e muitos outros serviços, atendendo a centenas de clientes simultaneamente. Se temos apenas um endereço IP, como todos estes serviços podem funcionar ao mesmo tempo sem entrar em conflito?
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/nov/2010 às 14h41