Índice das dicas
Acompanhe por aqui as dicas do Hardware.com.br. As dicas são textos curtos, com de duas a três páginas, que contém alguma dica específica relacionada a Linux, Windows, redes, servidores, hardware ou outros temas dentro da área técnica. O tema pode ser a utilização básica de um programa, a instalação de uma distribuição, ensinar a resolver um problema ou instalar algum periférico difícil, por exemplo.
Slackware: sobrevivendo ao primeiro boot
Depois de instalado o sistema, vem o primeiro susto. Diferente de outras distribuições, o Slackware não carrega o ambiente gráfico por padrão, se limitando a pedir o login em modo texto.
22 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de dezembro de 2010 às 20h04
Dicas gerais de segurança
A questão da segurança tem se tornado cada vez mais importante à medida que a Internet torna-se um ambiente cada vez mais hostil e as ferramentas para capturar tráfego, quebrar sistemas de encriptação, capturar senhas e explorar vulnerabilidades diversas tornam-se cada vez mais sofisticadas.
17 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de dezembro de 2010 às 19h57
Slackware: configurando o X
Ao contrário de praticamente todas as outras distribuições atuais, o Slackware não configura automaticamente o vídeo durante a instalação, mantendo a cultura de deixar que você quebre a cabeça e aprenda a fazer as coisas sozinho.
22 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de dezembro de 2010 às 20h23
Como ajustar o DPI da tela no Android (mais espaço na tela)
Quando lemos as especificações dos aparelhos com o Android, a resolução das telas sempre chama a atenção, afinal, os 800x480 da maioria dos aparelhos são a mesma resolução de tela usada nos primeiro netbooks, suficiente para acomodar muita coisa. O grande problema é que o Android nivela por baixo, usando ícones e fontes grandes e mostrando apenas poucas opções por menu, sem oferecer opções de configuração. Em algumas situações, o sistema aproveita tão mal o espaço que não sobra lugar para exibir mais do que duas ou três opções de um menu.
19 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de novembro de 2010 às 09h18
Receptores GPS e triangulação celular
Como bem sabemos, o GPS é um sistema de posicionamento a partir de sinais enviados por uma rede de satélites. O receptor GPS calcula o tempo que os sinais de pelo menos três satélites demoram para chegar e, a partir daí calcula sua posição com uma precisão de poucos metros.
28 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de novembro de 2010 às 14h42
Distribuições Linux: Os LiveCDs
Embora o Debian "puro" seja bastante espartano em termos de ferramentas de configuração, ele oferece um repositório de pacotes incrivelmente completo, o Debian e é por isso usado como base para o desenvolvimento de inúmeras outras distribuições. O Knoppix acabou se tornando um marco dentro da história do Linux porque ele foi a primeira distribuição Linux live-CD realmente utilizável, oferecendo um bom desempenho e um excelente script de autoconfiguração, que detectava o hardware da máquina durante o boot, gerando os arquivos de configuração de forma automática e entregando um sistema funcional no final do processo. Distribuições live-CD anteriores, como o DemoLinux eram muito mais lentas e impráticas de usar.
15 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de novembro de 2010 às 14h38
Gerando estatísticas com o webalizer
O Webalizer é um gerador de estatísticas de acesso para o servidor web. O Apache, por si só, loga todos os acessos feitos ao servidor, incluindo as páginas acessadas, o tráfego gerado, os navegadores e os sistemas operacionais usados pelos clientes, entre outras informações úteis para entender os hábitos e interesses de seus visitantes. Com o Apache funcionando, é simples instalar o Webalizer: procure pelo pacote "webalizer" dentro do gerenciador de pacotes. Ele é incluído em todas as principais distribuições.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de novembro de 2010 às 14h35
Dica rápida de como usar um Motorola Milestone como modem USB no Linux
O Motorola Milestone é atualmente (novembro de 2010) uma das melhores opções de aparelhos baseados no Android. Por já ser um modelo "ultrapassado" ele já caiu muito de preço e basta fazer overclock através do Milestone Overclock para que ele ofereça um desempenho competitivo com o dos modelos atuais. Entretanto, uma das limitações do Motorola Milestone e de outros aparelhos com versões do Android anteriores à 2.2 é a ausência de um sistema nativo de compartilhamento da conexão. Naturalmente, existem opções como o PDAnet, mas elas ou dependem de um cliente para o Windows, ou fazem o compartilhamento via Wi-Fi, o que é um obstáculo no caso dos desktops, onde normalmente não temos uma placa wireless instalada.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de novembro de 2010 às 11h29
Samba x Windows Vista
O Windows Vista utiliza, por padrão, o sistema de autenticação NTLMv2 para acesso a compartilhamentos de arquivos. O NTLMv2 é usado desde o Windows NT 4, embora tenha sofrido diversas modificações ao longo do tempo até chegar ao Vista. As versões anteriores do Windows, incluindo o 2000 e o XP também suportam o NTLMv2, mas permitem o uso do sistema anterior (o NTLM), caso interlocutor não ofereça suporte a ele.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de novembro de 2010 às 15h03
Suporte a arquivos de mais de 2 GB no Samba (lfs)
Além de ser usado através do Nautilus ou do Konqueror, que oferecem opções de acesso a compartilhamentos Windows, o Samba possui também um cliente de modo texto, o smbclient, usado via terminal. É possível também montar os compartilhamentos diretamente, funcionalidade que equivale à opção "mapear unidade de rede" disponível nos clientes Windows, usando o comando "mount -t smbfs.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de novembro de 2010 às 14h53
Apache: Instalando o suporte a PHP e MySQL
No início, existiam apenas páginas html estáticas, com links atualizados manualmente. Depois, surgiram os scripts CGI (geralmente escritos em Perl), que permitiram criar vários tipos de formulários e automatizar funções. Finalmente, surgiu o PHP, adotado rapidamente como a linguagem padrão para criação de todo tipo de página dinâmica, fórum ou gerenciador de conteúdo.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de novembro de 2010 às 14h50
Módulos do Apache: rewrite e deflate
O principal ponto forte do Apache é o grande volume de módulos disponíveis para ele. Sempre que você precisa de algum recurso em especial, o primeiro passo é fazer uma pesquisa na web por algum módulo que desempenhe a função desejada. Se o recurso que precisa for uma necessidade comum, muito provavelmente você encontrará um módulo já pronto que se propõe a resolver o problema.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de novembro de 2010 às 14h48
Entendendo o mercado de servidores dedicados e planos de hospedagem
Um servidor dedicado é, como o nome sugere, uma máquina só sua, que, além de hospedar os sites da sua empresa, pode ser usado para fornecer serviços, como servidores virtuais e planos de shared hosting. Existem várias empresas especializadas neste tipo de serviço, que oferecem desde servidores baratos, por de US$ 80 a US$ 150 mensais, até servidores mais parrudos, de acordo com suas necessidades e seu bolso.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de novembro de 2010 às 14h42
Uma linha do tempo das distribuições Linux
No começo, instalar o Linux era uma tarefa ingrata. Tudo o que existia era o código fonte do Kernel, que precisava ser compilado (usando o Minix ou outro sistema operacional) e combinado com outros utilitários e bibliotecas (que também precisavam ser compilados, um a um) para que você tivesse um sistema operacional funcional. Isso explica porque nos primeiros meses, após o célebre anúncio feito por Linux Torvalds em agosto de 1991, o Linux tinha apenas algumas dezenas de usuários, a maior parte deles programadores, que em maior ou menor grau participavam do desenvolvimento do sistema.
30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 15h36
Luz de emergência para celulares Nokia e scripts em Phyton
Uma dica rápida de aplicativo interessante para celulares Nokia (que também funciona em aparelhos de outros fabricantes) é o All in One Torch.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 16h11
Smartphones: Baterias e autonomia
Assim como no caso dos notebooks, os componentes usados nos smartphones, assim como muitas das funções são limitadas por causa da capacidade das baterias. Basta fazer uma conta simples: um aparelho que usa uma bateria Li-Ion de 3.7V, com 980 mAh de capacidade, dispõe de apenas 3626 miliwatts (ou seja, pouco mais de 3 watts) de energia. Levando em conta que a maioria das pessoas espera que a bateria dure dois dias ou mais, temos uma noção do tamanho do problema que os fabricantes precisam enfrentar ao projetar um novo aparelho.
16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 16h08
Redes: TCP/IP, endereçamento e portas
O endereçamento IP é sempre um tema importante, já que é ele que permite que o brutal número de redes e hosts que formam a Internet sejam capazes de se comunicar entre si. Existem duas versões do protocolo IP: o IPV4 é a versão atual, que utilizamos na grande maioria das situações, enquanto o IPV6 é a versão atualizada, que prevê um número brutalmente maior de endereços e deve se popularizar a partir de 2012 ou 2014, quando os endereços IPV4 começarem a se esgotar.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 16h05
Resumo das regras do Iptables
As regras do Iptables são muitas vezes um desafio até mesmo para os administradores mais experientes. Escrever regras de firewall é quase como aprender um novo dialeto. Existem muitas combinações possíveis entre os parâmetros disponíveis e "regras de concordância", que determinam o que funciona e o que não.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 16h02
Mobile codes: input de texto em smartphones
Um dos problemas com os smartphones com teclado numérico é a dificuldade em digitar links, endereços de e-mails e outras informações. Este é possivelmente um dos fatores que limita o uso dos aparelhos para navegação e outras funções. Uma solução inteligente para o problema é o uso de mobile codes, códigos de barra bidimensionais que podem incluir links, endereços de e-mail ou mesmo pequenos blocos de texto
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 15h57
Entendendo as identificações de partição no Ubuntu (UUIDs)
No Linux, todos os dispositivos de sistema são acessados através de arquivos especiais criados dentro do diretório "/dev". Isso naturalmente inclui os HDs e as partições. Tradicionalmente, os HDs IDE são acessados através de devices iniciados com "/dev/hd", como em "/dev/hda". Entretanto, isso mudou nas versões recentes do Kernel (a partir do 2.6.20), onde, devido a uma mudança no subsistema que dá suporte a discos, todos os HDs passaram a receber devices iniciados com "/dev/sd", independente de serem HDs IDE, SATA, SCSI ou USB.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de novembro de 2010 às 15h53
Prevendo defeitos no HD
Um dos problemas fundamentais dos HDs é que, por guardarem uma quantidade muito grande de informações, qualquer defeito tem um efeito potencialmente catastrófico. É muito diferente de riscar ou perder um CD-ROM, por exemplo, já que o CD armazena uma pequena quantidade de dados, geralmente cópias de dados que estão gravados em algum outro lugar.
13 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h18
HDs: Entendendo as interfaces SATA
As interfaces IDE foram originalmente desenvolvidas para utilizar o barramento ISA, usado nos micros 286. Assim como no barramento ISA, são transmitidos 16 bits por vez e utilizado um grande número de pinos. Como é necessário manter a compatibilidade com os dispositivos antigos, não existe muita margem para mudanças dentro do padrão, de forma que, mesmo com a introdução do barramento PCI e do PCI Express, as interfaces IDE continuam funcionando fundamentalmente da mesma forma.
8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h16
HDs: Entendendo as interfaces IDE
Assim como outros componentes, as interfaces usadas como meio de conexão para os HDs passaram por um longo caminho evolutivo. As placas-mãe usadas nos primeiros PCs sequer possuíam interfaces de disco embutidas. Naquela época, as interfaces IDE ainda não existiam, de forma que novas interfaces eram vendidas junto com os HDs e instaladas em slots ISA disponíveis. A primeira interface foi criada pela Seagate, para uso em conjunto com o ST-506, um HD de 5 MB. Em seguida foi lançado o ST-412, de 10 MB. As duas interfaces são chamadas respectivamente de MFM e RLL devido ao método de codificação usado. Além da Seagate, estes HDs e interfaces foram produzidos também por outros fabricantes, como a Quantum e a Maxtor.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h14
Firewalls, uma apresentação
O Linux, de uma forma geral, é relativamente imune a vírus, worms e trojans, que são a principal causa de invasões e dores de cabeça em geral no Windows. Isso não ocorre apenas porque o Windows é usado em mais máquinas e por isso um alvo maior, mas também porque os aplicativos disponíveis no Linux são, pela média, bem mais seguros.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h11
Escrevendo um script de firewall
Existem muitos firewalls gráficos for Linux, como o Shorewall e o Firestarter. Eles variam em nível de facilidade e recursos, oferecendo uma interface amigável e gerando as regras do Iptables de acordo com a configuração feita. Você pode escolher entre usar o programa que melhor atenda suas necessidades ou configurar diretamente o Iptables com as regras desejadas. Neste caso, você pode formular as regras diretamente, definindo condições onde os pacotes serão aceitos ou recusados
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h09
Script de firewall para o gateway da rede
Vamos agora aprimorar a configuração, gerando um script de firewall mais elaborado, voltado para um servidor de rede local, configurado como gateway da rede.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 16h10
Ativando o cache em memória do Firefox
A ideia de armazenar um cache das páginas em disco surgiu em uma época em que as conexões eram muito mais lentas e as páginas muito mais simples do que hoje em dia. Embora o cache em disco continue sendo importante em muitas situações (com destaque para quem navega usando as sofríveis conexões "3G" oferecias pelas operadoras nacionais), já existem casos em que o cache em disco acaba por atrapalhar, já que a leitura de um grande número de pequenos arquivos pode demorar mais do que um novo download através de uma conexão rápida. Para complicar, o cache de aplicativos, anúncios e vídeos em flash, que seria o que realmente poderia ajudar a melhorar a velocidade é desativado pelo plug-in da Macromedia. Embora o recurso venha desativado por padrão, o Firefox oferece a opção de desativar o cache em disco e armazenar o cache diretamente para a memória RAM, o que oferece acesso quase instantâneo aos arquivos, eliminando as desvantagens do cache.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de novembro de 2010 às 09h00
Apache: Usando virtual hosts
O suporte a virtual hosts é um daqueles recursos fundamentais, que possibilitaram o surgimento da Internet da forma como a conhecemos hoje. Ele permite hospedar diversos sites, com domínios ou subdomínios diferentes usando um único servidor e um único endereço IP. Os únicos limitantes com relação ao volume de sites que é possível hospedar são os recursos de hardware do servidor e a banda disponível.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de novembro de 2010 às 16h50
Script de firewall para um servidor dedicado
Ao configurar um servidor dedicado, o firewall é ainda mais importante, já que por possuir não apenas um endereço IP fixo, mas também ser acessível através de um domínio potencialmente bem conhecido, o servidor será alvo de ataques contínuos. Por um lado, a configuração é mais simples, já que você não precisará se preocupar com regras de roteamento e de encaminhamento de pacotes, como ao configurar o firewall do gateway da rede, mas, por outro, existe um conjunto de cuidados adicionais a tomar.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de novembro de 2010 às 16h48
Firewall: Bloqueando portas de saída e domínios
Mais um uso importante para o firewall é bloquear portas de saída, ou seja, bloquear portas no sentido rede local > Internet. Isso permite bloquear o uso de determinados programas que utilizem estas portas.4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de novembro de 2010 às 16h43
Firewall: Forwarding de portas
Ao compartilhar uma conexão via NAT, apenas o servidor recebe conexões vindas da Internet. Os micros da rede local acessam através do servidor e recebem apenas pacotes de resposta. Na maioria dos casos, é justamente isso que você deseja, já que apenas o servidor fica exposto a ataques diretos, enquanto as estações ficam protegidas dentro da rede local. Entretanto, isso nos leva a outro problema, que são os casos em que você realmente deseja que algum dos hosts fique diretamente acessível.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de novembro de 2010 às 16h40
Ativando o suporte a SSL em servidores web
O SSL (Secure Socket Layer) é o protocolo usado para criar páginas seguras, encriptando toda a transmissão entre o cliente e o servidor. Os dois usos mais comuns são em páginas de comércio eletrônico, onde é necessário oferecer um ambiente seguro para concluir a transação e transmitir dados confidenciais e também na criação de ambientes administrativos, como os usados pela maioria dos gestores de conteúdo, que permitem que você gerencie o conteúdo do site.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 15h18
ThinClients
Ao usar o LTSP, ou qualquer sistema de boot remoto, você está justamente transformando seus PCs em ThinClients, ou seja, em terminais leves. Em geral, utilizar PCs baseados em placas-mãe de baixo custo, sem HD, é a opção mais barata (mesmo ao optar por utilizar micros novos), mas existem também diversos modelos de ThinClients especializados no mercado, geralmente baseados em processadores de baixo consumo da VIA ou processadores AMD Geode.
14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 14h54
Celulares Nokia: S40, S60, S80 e Maemo
A Nokia é provavelmente a maior fabricante de celulares e smartphones. Algumas pesquisam falam em até 40% do mercado global e até 60% em alguns países da Europa. Como era de se esperar, a linha da Nokia é composta por centenas de modelos, cuja numeração nem sempre é uma indicação clara dos recursos oferecidos.
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 14h47
Dicas de segurança para o PHP em um servidor LAMP
O interpretador php é configurado através do arquivo "php.ini", um longo arquivo de configuração que permite ativar ou desativar opções diversas da linguagem, como por exemplo a possibilidade de fazer upload de arquivos através de scripts colocados nas páginas.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 14h41
Agendando tarefas com o cron
O agendamento de tarefas é um recurso essencial em servidores. No Linux, o daemon responsável pela tarefa é o cron. Ele é o responsável por diversas funções executadas automaticamente na maioria das distribuições, tais como o rotacionamento dos logs e pode ser programado para executar operações diversas, tais como scripts de backup.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 14h38
O básico da linha de comando
Ter fluência no uso da linha de comando é um pré-requisito para qualquer bom administrador. Usar o prompt é, de certa forma, muito parecido com aparecer uma segunda língua, onde os comandos equivalem às palavras e a sintaxe e os argumentos usados equivalem à gramática. A única forma de adquirir um bom vocabulário e, principalmente, de entender a gramática é estudando, mas por outro lado, a única forma de adquirir fluência é realmente falando, o que na nossa analogia equivale a acumular "horas de vôo" no uso do terminal. No começo é normal que você fique "catando milho" e precise pesquisar e olhar as páginas de manual para se lembrar mesmo dos comandos mais simples, mas com o tempo usar o terminal acaba sendo uma coisa tão natural quanto falar ou escrever. O importante é não desanimar.7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de novembro de 2010 às 14h35
Criando aplicativos para o iPhone no Linux (sem Xcode e MacOS X)
Compartilho aqui no Guia do Hardware um projeto e/ou iniciativa batizado como LiMobile (Linux SDK for iMobile). O principal objetivo deste projeto é proporcionar a composição rápida do ambiente de desenvolvimento para dispositivos móveis da APPLE até para usuários com pouco conhecimento na plataforma GNU/Linux. Sendo o seu foco principal é evitar transtornos de dependências de pacotes e incompatibilidade de versões.
4 comentáriosPor Alessandro de Oliveira Faria. Revisado 16 de novembro de 2010 às 09h03
Usando um mouse bluetooth no Linux
Os mouses bluetooth são bastante práticos para quem tem um notebook com transmissor bluetooth embutido (ou que deixa um dos transmissores bluetooth em miniatura plugados continuamente), já que eles eliminam a necessidade de ficar encaixando e desencaixando o transmissor cada vez que precisa guardar o notebook. Vamos então a uma dica rápida de como ativá-los no Linux
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h52
Usando o Vono em celulares S60
Dentro da área sobre smartphones, outra fonte de perguntas foi sobre a configuração do Vono (o serviço de VoIP via SIP da GVT) que, pelo número de e-mails, parece ter um volume considerável de usuários. Ele é uma boa opção para quem tem um plano de dados, pois permite tanto fazer quanto receber ligações e os servidores no Brasil garantem uma baixa latência e uma boa qualidade nas chamadas.
7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h47
Entendendo as portas TCP e UDP
Ao conectar na Internet, seu micro recebe um único endereço IP válido. Apesar disso, mantemos vários programas ou serviços abertos simultaneamente. Em um desktop é normal ter um programa de e-mail, um cliente de FTP ou SSH, o navegador, um cliente de ICQ ou MSN, dois ou três downloads via bittorrent e vários outros programas que enviam e recebem informações, enquanto um único servidor pode manter ativos servidores web, FTP, SSH, DNS, LDAP e muitos outros serviços, atendendo a centenas de clientes simultaneamente. Se temos apenas um endereço IP, como todos estes serviços podem funcionar ao mesmo tempo sem entrar em conflito?
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h41
Entendendo o Ruby on Rails
O Ruby on Rails, ou simplesmente Rails, é um meta-framework baseado na linguagem Ruby que facilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h39
Entendendo o CIDR (máscaras de tamanho variável)
Os endereços IP identificam cada host (ou seja, cada estação) na rede. A regra básica é que cada host deve ter um endereço IP diferente e devem ser utilizados endereços dentro da mesma faixa. Um endereço IP é composto de uma seqüência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada, chamados de octetos e cada octeto permite o uso de 256 combinações diferentes (dois elevado à oitava potência). Para facilitar a configuração dos endereços, usamos números de 0 a 255 para representar cada octeto, formando endereços como 220.45.100.222 ou 131.175.34.7. Isso torna a tarefa de configurar e memorizar os endereços bem mais fácil do que seria se precisássemos decorar seqüências de números binários.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h35
Apache: Instalando o PhPBB
O phpBB é um sistema de fórum bastante usado, que conta com um bom conjunto de recursos e um bom histórico de segurança. Ele é ideal para fóruns de pequeno e médio porte mas também atende bem a fóruns com um milhão de mensagens ou mais, graças ao bom desempenho em conjunto com o MySQL. Ele pode ser também usado em servidores Windows com o MS SQL ou mesmo com o Access, mas esta última opção não é muito recomendável.
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de novembro de 2010 às 14h32
Usando o VirtualBox: Memória, vídeo e USB
Vamos agora ver mais alguns detalhes sobre a configuração da VM e o suporte a dispositivos USB.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h26
Configurando a rede no VirtualBox
Se você tiver a curiosidade de checar a configuração da rede usando o "ipconfig" no Windows, dentro da máquina virtual verá que a máquina virtual recebe sempre um endereço IP dentro da faixa "10.0.2.x" e usa o endereço "10.0.2.2" como gateway padrão, configuração que é obtida automaticamente, via DHCP
29 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h22
Usando o VirtualBox: Drivers e dispositivos
Assim como no VMware, os dispositivos de hardware vistos pelo sistema dentro da máquina virtual são diferentes dos dispositivos reais da máquina. Independentemente da configuração do seu micro, o VirtualBox sumula um PC com chipset Intel e uma placa de rede AMD PCNET. O HD é reconhecido como "VBOX HARDDISK", o CD-ROM como "VBOX CD-ROM" e assim por diante.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h18
Usando o VirtualBox no Ubuntu
O VirtualBox está disponível nos repositórios do Ubuntu desde a versão 7.10. Se você está usando o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu ou outra distribuição derivada deles, você pode instalá-lo diretamente via apt-get, a partir dos repositórios principais.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h14
Usando o VirtualBox no Mandriva
Outra opção para quem precisa do Windows é usá-lo dentro de uma máquina virtual, em vez de mantê-lo em dual-boot. Essa é a opção mais prática para quem precisa executar apenas alguns aplicativos específicos, pois você pode rodar o Windows dentro de uma janela, sem precisar reiniciar o micro.
18 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h11
HDs: Entendendo a placa controladora
A placa lógica, ou placa controladora, é a parte "pensante" do HD. Com exceção dela, o HD é um dispositivo relativamente simples, composto por uma série de dispositivos mecânicos. É a controladora que faz a interface com a placa-mãe, controla a rotação do motor e o movimento das cabeças de leitura, de forma que elas leiam os setores corretos, faz a verificação das leituras, de forma a identificar erros (e se possível corrigi-los, usando os bits de ECC disponíveis em cada setor), atualiza e usa sempre que possível os dados armazenados no cache de disco (já que acessá-lo é muito mais rápido do que fazer uma leitura nas mídias magnéticas) e assim por diante.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h07

