Conclusão

Um SSD nativo continua sendo mais rápido em todas as situações, mas o cache realmente oferece uma opção intermediária de desempenho, como esperado. O grande problema é que o rodízio dos dados dentro do cache e o fato de ele intencionalmente descartar arquivos muito grandes faz com que a consistência seja prejudicada. Aplicativos ou jogos que são raramente usados não serão muito acelerados a menos que você os abra repetidamente e o sistema tende a “esquecer” de aplicativos que
você passa algum tempo sem usar. Um SSD nativo é mais caro, mas você tem um desempenho mais consistente.

Outro problema é que o fato de as placas baseadas no Z68 serem consideravelmente mais caras que a pé de boi baseados no H61, faz com que a escolha seja mais difícil, já que você precisará também gastar mais no SSD. Mesmo o overclock vai custar dinheiro, já que está disponível apenas nos processadores mid-range (suporte ao Turbo) e nos da série K. Enfim, não existe mais lanche grátis dentro da linha da Intel, a linha de produtos foi cuidadosamente construída dentro da ideia de
que você precise pagar mais para ter acesso aos recursos, sem muitos atalhos para ganhar desempenho sem ter que pagar mais por isso.

A época em que comprávamos uma placa mid-range e um processador barato e ganhávamos 50% ou mais de desempenho com o overclock acabou. Até até possível ganhar 50% ou mais em alguns casos, mas você vai precisar pagar mais caro por uma placa com o Z67 ou P67 e mais caro por um K series.

Lamúrias à parte, o Z68 segue a política de atualizações da Intel, introduzindo um recurso interessante (o Smart Response) e eliminando a limitação do P67 em relação ao uso da GPU, mas em compensação elevando ainda mais o custo da plataforma e atende apenas aos usuários interessados em um chipset premium. Os que preferem economizar continuam limitados ao velho H61, sem suporte a SATA 600 e nem overclock.

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