Instalando o Wine

A forma mais fácil de instalar o Wine é simplesmente instalar o pacote “wine” usando o gerenciador de pacotes, como em:

# apt-get install wine

Se você faz questão de baixar a última versão, ou quer testar a versão de desenvolvimento, pode utilizar os pacotes disponíveis na página do projeto, onde você encontra pacotes para várias distribuições: http://www.winehq.org/site/download

Em ambos os casos, depois de instalar o pacote, rode o “winecfg”, usando seu login de usuário. Ele se encarrega de criar as pastas e arquivos de configuração usados pelo Wine:

$ winecfg

Dentro do painel de configuração, clique em “Drives > Autodect”. Isso faz o winecfg criar a configuração que permite que os programas Windows acessem arquivos dentro do seu diretório home e em outras pastas do sistema.

O diretório home é geralmente visto dentro dos programas Windows com o drive “H:” e o diretório raiz aparece como o drive “Z:”, mas você pode personalizar a lista, ativando apenas os diretórios que quiser que os aplicativos dentro do Wine possam acessar. A única pasta obrigatória é a pasta “.wine/drive_c” dentro do home, que é vista pelos aplicativos como o “C:”.

É importante ter um pouco de cautela ao compartilhar os diretórios, pois assim como roda aplicativos, o Wine é também capaz de rodar muitos vírus, que podem contaminar arquivos dentro das pastas, ou até mesmo deletá-los, assim como faria em uma máquina Windows.

Na aba “Applications” você pode escolher qual versão do Windows será simulada. A maior parte dos programas roda melhor emulando o Windows 2000 ou o Windows XP, mas existem casos de aplicativos antigos, que rodam melhor simulando o Windows 98. Além da configuração global, é possível criar exceções para aplicativos específicos, usando o botão “Adicionar aplicação”:

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