Notebooks, netbooks e tablets, parte 1

Vira e mexe, alguém aparece profetizando o iminente fim dos desktops. Ao acompanhar o crescimento nas vendas dos notebooks e netbooks, não é difícil chegar à esta conclusão, já que a percentagem de notebooks vendidos cresceu de menos de 10% há uma década atrás para quase metade das vendas mundiais em 2008.

De fato, uma pesquisa de 2009 do iSuppli (http://www.isuppli.com/NewsDetail.aspx?ID=20376), indicou que as vendas combinadas dos notebooks e netbooks ultrapassaram pela primeira vez as vendas mundiais de desktops no primeiro trimestre de 2009, mesmo com a crise. Em alguns mercados (sobretudo nos EUA), a proporção é ainda maior, com os portáteis já representando mais de dois terços das vendas. Se você colocar esses números em um gráfico, vai chegar à conclusão de que, mantida a tendência atual, os desktops vão desaparecer completamente até 2015.

Entretanto, existem diversos motivos para que isso não aconteça. É óbvio que os notebooks vão continuar sendo populares e vão continuar abocanhando parte do espaço dos desktops, mas esses não vão desaparecer completamente em um futuro próximo.

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