Instalando o bichinho

A instalação é muito simples, bastam alguns poucos pacotes; na verdade um só, mas como queremos deixar ele mais, digamos, “completo”, vamos inserir mais alguns na encomenda.

Nota: os comandos com “$” na frente devem ser executados como usuário, e aquele com “#” na frente, como root.

No Ubuntu, você precisa estar com os repositórios Universe ativos. Feito isso, rode, no terminal:

# apt-get install fluxbox eterm idesk fluxconf

No Debian, o procedimento é o mesmo. Nas outras distribuições, faça o processo similar, usando os mesmos nomes de pacotes.

No Fedora:

# yum install fluxbox eterm idesk fluxconf

No Mandriva:

# urmpi fluxbox eterm idesk fluxconf

Terminando a instalação, vamos apenas verificar um ponto: abra o arquivo /usr/share/xsessions/fluxbox.desktop e verifique se nele há este conteúdo:

exec=startfluxbox

Caso esteja outro, como exec=fluxbox, troque pelo correto.

Feito isso, encerre sua sessão, ou execute no próprio terminal, caso o GNOME seja o ambiente padrão de sua distro:

# /etc/init.d/gdm restart

Ou, se você tem o KDE como o padrão:

# /etc/init.d/kdm restart

Você cairá na tela de login novamente. Em “Sessão”, escolha “Fluxbox”, e faça o login. Bastam alguns segundos (ou décimos dele :-P) e você estará dentro do Fluxbox.

Em algumas máquinas, o Fluxbox tende a rodar um pouco lento. Isso pode ser consertado através da adição deste parâmetro ao ~./fluxbox/startup:

export LC_ALL=C

Mais tarde falaremos deste arquivo, não se desespere.

Sobre o Autor

Redes Sociais:

Deixe seu comentário

X