Publicado no Reddit pelo usuário Driiger_Carteyan, o projeto viralizou entre fãs de cyberdecks. Ele reaproveitou uma maleta antiga de microfones para criar um computador portátil completo, com tela touchscreen, teclado mecânico, sistema estéreo e um visual que parece saído de um filme de espionagem futurista.
O que é o DataCase? Conheça a máquina portátil personalizada
Em termos simples, o DataCase é um “luggable PC” — um computador portátil grande, pesado e feito para ser funcional em qualquer lugar, mesmo sem parecer moderno. O responsável pelo projeto o definiu como um sistema altamente tátil e versátil, com foco em usabilidade real.
Sem impressora 3D à disposição, ele projetou as peças em CAD e mandou cortar o alumínio a laser, garantindo encaixe perfeito e robustez. O teclado mecânico, por exemplo, foi adaptado manualmente, assim como os suportes das telas, os painéis laterais e o sistema de fixação dos componentes.
Especificações do DataCase impressionam
The DataCase (new build – no 3D printing)
byu/Driiger_Carteyan incyberDeck
Apesar da estética bruta e industrial, o DataCase entrega desempenho respeitável para sua proposta. Veja os principais componentes usados no projeto:
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Placa principal: Raspberry Pi 4B com 8 GB de RAM e sistema de resfriamento ativo
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Armazenamento: SSD de 480 GB como disco principal
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Tela principal: Painel touchscreen de 14″ (1920×1200) integrado à tampa
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Tela secundária: Display de 5″ com resolução 1024×600
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Terceira tela: OLED de 1.3” (128×64) para monitoramento de sistema
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Teclado: MageGee 65% mecânico, modificado para o projeto
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Trackpad com fio: Oculto dentro do chassi e retrátil
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Som: Par estéreo de alto-falantes de 2″ com amplificador de 2x5W
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Bateria: Powerbank de 30.000 mAh para o sistema e outro de 10.000 mAh exclusivo para o áudio
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Portas e conexões: USB 3.0, USB 2.0, HDMI, Ethernet, SD Card, USB-C para carregamento, saída de fone
Além disso, há uma série de switches físicos na parte interna da maleta: um para ligar o Raspberry Pi, outro para o display principal e um seletor de áudio (amplificador ou fone), com o controle de volume funcionando também como botão de energia.
Engenharia improvisada, mas funcional
Embora o resultado final seja digno de aplausos, o criador admite que montar tudo foi uma batalha. Segundo ele, o processo de instalação do painel principal, com todos os componentes já alocados dentro do estojo foi complicado.
Uma curiosidade técnica interessante: o botão de energia do display principal teve que ser adicionado de última hora, pois o sistema de auto-sensing da powerbank não conseguia ativar a tela sem uma carga inicial dedicada. Isso forçou a instalação de um switch adicional no canto do case — considerado o único “calcanhar de Aquiles” do projeto, já que pode ser acidentalmente danificado no transporte.
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