Por dentro do Xiaomi 17T: Leica, 6.500 mAh e 12 GB de RAM por R$ 8.699,99

O Xiaomi 17T chegou oficialmente ao mercado brasileiro com uma ficha técnica que mira o topo da categoria intermediária-premium: câmeras traseiras com lentes Leica, bateria de silício-carbono de 6.500 mAh, processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra em 4 nm e 12 GB de memória LPDDR5X. O preço de lançamento é de R$ 8.699,99 para a única configuração disponível por aqui: 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 4.1.

A homologação pela Anatel em abril já sinalizava que a chegada era inevitável. O que ficou evidente desde aquele momento também se confirma agora: o design não se afastou muito do Xiaomi 15T. O salto está debaixo do capô e, sobretudo, no sistema de câmeras.

Leica em três frentes: o coração do aparelho

O conjunto traseiro é composto por três sensores, todos desenvolvidos em parceria com a Leica. A câmera principal traz 50 megapixels, abertura f/1,7, OIS e sensor Light Fusion 800, com tecnologia 4-in-1 Super Pixel para capturas em baixa luminosidade.

A segunda câmera, também de 50 megapixels (f/3,0, OIS), entrega zoom óptico de 5x e alcança até 120x via AI Ultra Zoom, além de suportar registros em macro a partir de 30 cm. Fecha o trio uma ultrawide de 12 megapixels (f/2,2). Na frente, uma câmera de 32 megapixels com abertura f/2,2.

Tela 1,5K com 3.500 nits e chip de 4 nm

O painel é um AMOLED de 6,59 polegadas com resolução 1,5K (2756 x 1268 pixels), taxa de atualização de até 120 Hz e brilho de pico de 3.500 nits. O conjunto suporta 68 bilhões de cores com gamut DCI-P3, além de certificações HDR10, Dolby Vision e TÜV Rheinland. A Xiaomi inclui a tecnologia Vision Care, pacote de recursos para redução de luz azul e controle automático de cintilação.

No processamento, o Dimensity 8500-Ultra é um octa-core fabricado em 4 nm, acompanhado por GPU Mali-G720 MC8 e NPU 880. Para manter as temperaturas sob controle em cargas pesadas, a Xiaomi utiliza o sistema de refrigeração Xiaomi 3D IceLoop.

6.500 mAh de silício-carbono e 67 W de carga

A bateria de silício-carbono com 6.500 mAh é um dos pontos mais relevantes da ficha técnica. A tecnologia de silício-carbono permite maior densidade energética no mesmo volume físico, o que explica como a Xiaomi encaixou essa capacidade num corpo de apenas 200 g e 8,17 mm de espessura. A recarga rápida é de 67 W via tecnologia HyperCharge, com o carregador incluso na caixa.

O restante da conectividade não deixa brechas: 5G, NFC, Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.0. O áudio conta com alto-falantes estéreo duplos com certificações Dolby Atmos, Hi-Res Audio e Hi-Res Audio Wireless. O certificado IP68 garante resistência à água e poeira. O sistema operacional é o Android 16 com HyperOS 3. As cores disponíveis são preta e azul.

  • Tela: AMOLED de 6,59″, 2756 x 1268 px (1,5K), 120 Hz, 3.500 nits (pico), HDR10, Dolby Vision
  • Processador: MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm), octa-core, GPU Mali-G720 MC8, NPU 880
  • RAM: 12 GB LPDDR5X
  • Armazenamento: 512 GB UFS 4.1
  • Câmera principal: 50 MP, f/1,7, OIS, sensor Light Fusion 800
  • Câmera teleobjetiva: 50 MP, f/3,0, OIS, zoom óptico 5x, AI Ultra Zoom até 120x
  • Câmera ultrawide: 12 MP, f/2,2
  • Câmera frontal: 32 MP, f/2,2
  • Bateria: 6.500 mAh (silício-carbono), recarga 67 W HyperCharge
  • Conectividade: 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0
  • Sistema operacional: Android 16 com HyperOS 3
  • Certificação: IP68
  • Dimensões: 157,6 x 75,2 x 8,17 mm | Peso: 200 g
  • Preço no Brasil: R$ 8.699,99 (12 GB + 512 GB)

A versão com 256 GB de armazenamento não tem previsão de chegada oficial ao Brasil.

O preço define o campo de batalha

Em 2026, posicionar um smartphone intermediário-premium na faixa de R$ 8.699,99 é uma aposta que a Xiaomi faz com consciência do mercado que quer disputar. O Dimensity 8500-Ultra não compete de igual para igual com os flagships de Snapdragon 8 Elite ou Dimensity 9400, e isso vai aparecer nos benchmarks. Mas a Xiaomi está vendendo outra coisa: autonomia real com uma bateria de silício-carbono de 6.500 mAh, câmeras com assinatura Leica e um conjunto de tela que rivaliza com aparelhos bem mais caros.

Para quem que quer escapar dos preços de flagship sem abrir mão de fotografia e autonomia, o Xiaomi 17T tem argumento. O desafio é convencer esse público a pagar quase R$ 9 mil por um chip que não é topo de linha.

Fonte: Xiaomi

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Esta postagem foi modificada pela última vez em 23/06/2026 10:43

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