OnLive oferece jogos e aplicativos do Windows 7 em tablets e smartphones

Realmente, a OnLive está crescendo de maneira interessante. Depois de lançar um console, o serviço está chegando aos tablets, e enquanto uma versão para iPad foi lançada, um beta para os Androids chegará em breve. Mas não se empolgue muito por enquanto: o aplicativo atual é um mero visualizador, significando que você será limitado a somente assistir outras pessoas.

Mas esse é só um começo: a OnLive está prometendo deixar os usuários de tablets ficarem mais ativos quando os jogos forem otimizados para entrada baseada em toques. O atual catálogo de jogos é designado para ser jogado com um gamepad ou teclado e mouse, e nenhum dos títulos são compatíveis com os tablets.

Mas os jogadores não são os únicos interessantes à OnLive para seus aplicativos voltados aos tablets. A empresa demonstrou o serviço rodando aplicativos de desktop em um ambiente Windows 7, embora na prática provavelmente fique com qualidade reduzida, e ainda com aquele velho problema da latência. Além disso, combinar os aplicativos Windows com a interface sensível ao toque dos tablets, já que, exceto os próprio Windows 7, pouquíssimos programas são otimizados para os dedos.

Durante uma conferência, o CEO da OnLive, Steve Perlman, mostrou como o OnLive Viewer pode ser usado para acessar aplicativos corporativos como o Autodesk Maya. Foi demonstrado ainda o visualizador “rodando” páginas baseadas em Flash, além do próprio Windows 7 Touch.

A OnLive não pretende parar nos tablets: um aplicativo para o iPhone e iPod Touch está em desenvolvimento, e com a empresa otimista com o potencial do Android, provavelmente veremos muitos smartphones rodando jogos e aplicativos nas nuvens em breve.

Ser capaz de aproveitar o poder de fogo de desktops e servidores a partir de um tablet ou smartphone é certamente atraente, especialmente em termos de jogos. Mas vamos ver daqui pouco tempo como ficará isso em termos de aplicativos.

Mas não apenas a OnLive está interessada nos aplicativos em portáteis: outras empresas já trabalham em virtualização de maneira mais avançada em smartphones.

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