Essa alteração evita que quem usa o WebM seja afetado por um possível processo, e que estes percam mais direitos que o necessário. É útil aos desenvolvedores, afinal, desloca parte da responsabilidade para o Google. Vale lembrar que a licença do WebM possuía incompatibilidades com a GPLv3 e GPLv2, e a partir de agora o padrão segue sob licença BSD.
Mas ainda cabe ressaltar que a alteração na licença do WebM não tira a Apple, MPEG-La e outras empresas da jogada, que afirmam que o WebM infringe patentes e que a sua proposta de ser livre de royalties seria inválida. Essa briga ainda vai dar muito “pano pra manga”.