Homem compra antigo monitor da Apple de 1999, se surpreende com a imagem e diz: “níveis de preto rivalizam com OLED”

Homem compra por US$ 40 um antigo monitor Apple de 1999 e se surpreende com a imagem. Segundo ele, os níveis de preto rivalizam com OLED.

Para um entusiasta de monitores CRT, uma venda de espólio acabou escondendo aquilo que ele próprio descreve como seu “Santo Graal”. O achado foi um Apple Studio Display de 17 polegadas lançado em 1999. O preço: apenas US$ 40. Meses depois da compra, o monitor continua funcionando e agora é utilizado tanto com computadores antigos quanto para rodar jogos muito mais recentes.  O proprietário diz que utiliza principalmente 1280 x 1024, reduzindo a resolução quando conecta máquinas antigas. Para ele, porém, o grande destaque está na qualidade da imagem proporcionada pelo tubo Mitsubishi Diamondtron.

Segundo seu relato, os níveis de preto são tão bons que chegam a rivalizar com seu monitor OLED. Ele também afirma obter bons resultados desde conteúdo retro em 240p até jogos modernos compatíveis com proporções 4:3 ou 5:4.

Picked up my Holy Grail monitor – Apple Studio Display 17 inch (1999)
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crtgaming

 

Esse CRT da Apple custava US$ 499

O modelo mostrado é uma versão bastante característica daquela fase da Apple. O Studio Display de 17 polegadas chegou em janeiro de 1999 para acompanhar os Power Macintosh G3 Blue & White e adotava o mesmo tipo de linguagem visual translúcida que marcou os produtos da companhia naquele período.  Por dentro havia um CRT Diamondtron de 17 polegadas, com 16 polegadas visíveis, pitch de 0,25 mm e conexão VGA. Oficialmente, o monitor suportava várias combinações de resolução e frequência, incluindo 1280 x 1024 a 75 Hz e até 1600 x 1200 a 60 Hz. O peso também denuncia outra época: aproximadamente 21,8 kg.

Seu preço original era de US$ 499.

O proprietário também teve sorte

Comprar um CRT com quase três décadas de idade tem seus riscos. Antes de levar a unidade para casa, o usuário conta que estava especialmente preocupado com problemas no flyback, componente cuja falha é frequentemente relatada por proprietários desse modelo. No caso dele, porém, o monitor permanece funcionando normalmente após meses de uso. Outros donos do mesmo Studio Display relatam experiências menos felizes, incluindo unidades que acabaram apresentando falhas justamente no flyback.

Por US$ 40, portanto, o negócio acabou sendo mais do que nostalgia. O monitor que acompanhava os Macs da virada do milênio voltou à ativa quase 30 anos depois, agora exibindo jogos que seus projetistas jamais imaginariam que ele precisaria rodar.

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