Ciro Joaquín Boggiano tem 12 anos e já é dono do próprio negócio. O garoto, que mora em Banfield, na região metropolitana de Buenos Aires, comprou uma impressora 3D com dinheiro que juntou sozinho e começou a aceitar encomendas de peças personalizadas.
A ideia surgiu quando ele viu uma impressora funcionando pela primeira vez. “Quero uma dessas”, disse. Mas ao invés de pedir de presente, decidiu bancar a compra por conta própria.
Como ele conseguiu o dinheiro
Ciro guardou todo dinheiro que recebeu de aniversários e mesadas. Quando percebeu que não seria suficiente, começou a fazer pulseiras artesanais e vendê-las para amigos e vizinhos. Paralelamente, assistia tutoriais no YouTube para aprender sobre modelagem 3D, tipos de filamento e calibragem de máquinas.
Com o valor necessário reunido, ele comprou o equipamento e abriu uma conta no Instagram (@printer.3d.cb) para divulgar o trabalho. Os primeiros clientes foram familiares e amigos, mas o negócio começou a crescer. Hoje ele faz demonstrações ao vivo do processo de impressão e já atende pessoas fora do círculo próximo.
O que ele produz
Por enquanto, Ciro trabalha principalmente com encomendas de conhecidos, mas planeja expandir para pedidos personalizados de qualquer interessado. Ele produz peças decorativas, utilitários domésticos e objetos customizados conforme o pedido do cliente.
“Começar um trabalho desde o início e ver o produto terminado, igual ou melhor do que você imaginou”, é o que mais o motiva, segundo relatou ao jornal La Unión. O próximo passo é aprender mais sobre design paramétrico e testar novos materiais.
Impressão 3D cada vez mais acessível
A impressão 3D doméstica se tornou mais acessível nos últimos anos, com modelos de entrada custando menos que um smartphone intermediário. A tecnologia permite fabricar desde peças de reposição difíceis de encontrar até produtos completamente personalizados.
Esta postagem foi modificada pela última vez em 17/12/2025 21:40