Para a RIAA, esse é o fim de uma batalha legal que se inciou em 2006, e fecha o livro da história de um dos softwares de P2P mais usados no mundo na última década, juntamente com KaZaA, eDonkey e outros. Agora a empresa espera seguir os outros sites P2P reformados, como o Napster, caindo para o reino das músicas legais. E nem tudo para por aí: em janeiro ocorrerá o julgamento por danos morais, onde a LimeWire poderá perder bilhões de dólares diante de indenizações.
A juíza Kimba Wood disse que os queixosos têm sofrido “danos irreparáveis a partir do incentivo do LimeWire de violação generalizada das suas obras”, embora ela tenha reconhecido que qualquer indenização atribuída seria “muito além” da capacidade da LimeWire pagar. Mas cá entre nós: quem usava o LimeWire, para baixar conteúdos “piratas”, vai simplesmente parar de baixar os tais? Eu acho que não.
Esta postagem foi modificada pela última vez em 28/10/2010 19:30