D&D: World of Warcraft chega em 17 de novembro como o primeiro grande movimento da Wizards of the Coast em sua nova iniciativa de crossovers para o RPG de mesa mais famoso do mundo. O sourcebook traz Azeroth para a mesa de jogo com base no Players Handbook revisado da 5ª edição, incorporando as 13 classes de World of Warcraft ao sistema do TTRPG, além de novos feitiços, itens mágicos e profissões.
Azeroth em dados e fichas de personagem
O material adiciona 11 novas espécies de jogador com temática de WoW e 6 subclasses inéditas, cobrindo um leque bastante específico de arquétipos da franquia da Blizzard: os Paladinos ganham o Oath of the Ebon Blade e o Oath of the Holy; os Rangers recebem o Demon Hunter; os Clérigos são expandidos com os domínios Shadow e Discipline; e os Bárbaros podem seguir o Path of the Elements. É, em escopo, uma das adaptações de IP externo mais completas já produzidas para o sistema D&D.
A lógica por trás do “Universes Beyond” do D&D
O projeto faz parte do que a WotC está chamando de iniciativa “D&D Universes Beyond”, construída diretamente sobre o modelo que a empresa aplicou ao Magic: The Gathering a partir de 2021. No caso do MtG, o Universes Beyond se mostrou economicamente lucrativo, mesmo gerando reações mistas entre a base de fãs mais tradicional do jogo de cartas. A lógica da Hasbro, dona da WotC, é clara: com outras divisões operando no vermelho, expandir as franquias que ainda geram receita é uma das poucas alavancas de crescimento disponíveis.
Junto ao anúncio do sourcebook de WoW, a WotC confirmou também uma colaboração D&D / Star Wars, ambientada na era da Rebelião. Detalhes sobre esse projeto ainda são escassos, mas a previsão é de lançamento em algum momento de 2027.
Fonte: The Verge
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