Por esses dias muitos têm comentado sobre uma compilação em desenvolvimento vazada do Crysis 2: um dos FPS mais esperado pelo público. O jogo promete gráficos bastante realistas e muita destruição num ambiente urbano, diferente da primeira versão.
Um post no site da EA publicado na sexta confirma o vazamento. Não se sabe de quem foi a culpa. Aparentemente é uma versão não tão recente, em modo debug, com o modo single player completo – para PC. Faltam partes da história, embora os mapas estejam praticamente completos.
De acordo com alguns usuários é possível ativar o modo multiplayer com algumas gambiarras e uma chave DRM facilmente obtida.
Os executivos da EA e Crytek devem estar com a cabeça bem quente, afinal o lançamento do jogo será em 22 de março – está chegando. Há vários vídeos no YouTube mostrando o gameplay da versão vazada. Mas se quiser ver, corra, porque estão removendo muitos deles.
Não é a primeira e dificilmente será a última vez que isso ocorre. Por um lado pode ser visto como uma forma de propaganda gratuita antecipada, por outro é ruim, já que pode – na cabeça de alguns – prejudicar as vendas. Mesmo sendo uma versão incompleta, com possíveis bugs, etc.
A pirataria é ruim, mas antes de atacarem os usuários que baixaram ou publicaram vídeos, deveriam tentar atacar a origem, afinal foi um build interno – que em tese, não deveria vir a público de forma alguma. Mesmo que não prejudique as vendas, para muita gente não terá tanta graça jogar depois já conhecendo os mapas. Esse é o pior lado dos vazamentos do gênero. Quanto as vendas, todos que comprariam provavelmente ainda comprarão, já que jogos piratas têm várias limitações para jogar online, aproveitar servidores oficiais, etc.
