
Para combater vícios a tecnologia traz recursos alternativos para contribuir que você se desvincule deles, claro que em alguns casos a própria tecnologia é um vício, mas um dos “dispositivos” mais comentados nos últimos anos foi o Cigarro Eletrônico, que vem ajudando diversas pessoas a largarem o péssimo e mortal vício do cigarro. Um estudo realizado pela London Economics descobriu que 105 mil fumantes morreriam a cada ano se os países europeus proibissem o cigarro eletrônico.
E agora os cigarros eletrônicos estão ficando cada vez mais digitais e tecnológicos, um dos novos produtos é o Joyetech EVIC Supremo, permite que todas as estatísticas em relação ao uso sejam monitoradas, através do software myVapor que é integrado ao dispositivo. A produção de vapor também é maior que em relação aos e-cigarros convencionais, tem 30 Watts, tela OLED e acreditem a possibilidade de fazer upload de fotos pessoais para o aparelho, desnecessário né? Mas conta com essa função.
Joyetech EVIC Supremo
Outro modelo é o vaporizador Innokin iTaste 134 que traz um poderoso microprocessador que permite que os usuários ajustem facilmente os Watts com a roda de ajuste, com esse ajuste o usuário pode fazer o cigarro eletrônico gerar mais ou menos vapor. Além de alertas em LED para mostrar o nível da bateria.
Innokin iTaste 134
O SuperSmoker integra a tecnologia Bluetooth, para que você possa controlar o seu telefone celular e reproduzir arquivos MP3 diretamente no cigarro através de alto-falantes embutidos. Há ainda a possiblidade de atender chamadas, resumindo é um “Smart Cigarrete”.
SuperSmoker
Na Espanha, por exemplo, algumas empresas como a VAPO.es já oferecem o conceito dos cigarros eletrônicos moddings, os modelos podem ser customizados pelo usuário. Além dos kits de e-líquidos que equipam os cigarros, é possível adquirir baterias, capas, unidades de alimentação e diversos outros acessórios para a construção do cigarro perfeito.
Com notícias como essa podemos ter uma pequena dimensão do conceito de internet das coisas que já começa a entrar com os dois pés na porta, mas que daqui a alguns anos será ainda mais avassalador.


