É de se esperar então que o pessoal da ARM estejam animados com relação ao futuro sistema operacional do Google para os netbooks, o Chrome OS. Bob Morris, diretor do departamento de computação portátil da empresa, confirmou isso:
“O Chrome cria um campo em comum para as plataformas. De modo geral, os sistemas operacionais modernos estão intimamente conectados ao hardware, e esse vínculo era o que motivava lentas inovações nas plataformas. O Chrome OS acaba com isso, o sistema operacional é o navegador, o que torna o hardware irrelevante, já que os aplicativos são escritos em HTML5 e JavaScript e rodam no navegador sem vínculos com o hardware. Uau… vindo de uma empresa que fabrica CPUs, isso deveria me preocupar… mas NÃO preocupa!”
Essa animação tem um motivo óbvio: com a força do Google, a popularização do sistema poderia fazer aumentar muito o mercado dos processadores ARM em outros segmentos que não sejam os smartphones e outros portáteis menores. Vale lembrar que o MS Windows, que domina 92,64% do mercado, não roda nos ARM, e o Mac OS X também não. Ambos os sistemas rodam apenas na arquitetura x86, onde reinam Intel e AMD. Uma luz no fim do túnel nos netbooks e nettops (inicialmente) para os chips ARM.
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