O catálogo inicial contará com um número entre 400000 e 600000 livros eletrônicos, e alguns inclusive serão vindouros do polêmico registro online de direitos autorais do Google, que lida com títulos esgotados ou aqueles cujos autores possuem dificuldade ou impossibilidade de controlar. E isso foi ‘pano para manga’ dos críticos, que atacaram o negócio por supostamente dar muito controle ao Google sobre o destino dos livros, e para deixá-lo ditar livremente os preços. A empresa retrucou alegando que muitos desses raros livros de outra forma seriam perdidos, e que os autores que fizerem contato poderão alterar os termos de royalties.
O serviço contará com o sistema Google Checkout para o gerenciamento das compras, e a maior parte da receita será destinada aos editores, obviamente com uma fatia indo para o Google – a divisão exata da receita e os preços típicos dos livros ainda não estão disponíveis. Esse será um grande passo para a empresa, que atualmente lida somente com livros disponibilizados sob domínio público e revistas clássicas, além dos acordos com a Amazon, Barnes & Noble, Sony e outras empresas, para oferecer livros gratuitamente através de suas lojas próprias.
Fonte:
https://www.electronista.com/articles/09/10/15/google.e.book.store.due.next.year/
Esta postagem foi modificada pela última vez em 15/10/2009 18:29