A Acrobat irá cobrar pelas suas aplicações online, do Acrobat.com. O serviço estava em beta aberto gratuitamente, e é um concorrente do Google Docs, com editor colaborativo de textos, planilhas e apresentações. Um dos “destaques” divulgados pela Adobe era a geração de PDFs, formato mantido por ela, apesar de existirem “n” aplicações de terceiros para criação de PDFs (como o famoso OpenOffice, porém este como aplicação desktop). O trabalho da Adobe no serviço de editores online começou em 2007, com a compra da startup Virtual Ubiquity e seu editor Buzzword.
Alguns blogueiros e sites estão criticando a cobrança, afirmando que o serviço cairá no esquecimento por não oferecer vantagens que valha a pena pagar. Na associação básica, por exemplo, que custa $14,99 por mês ou $149 por ano, os clientes poderão gerar apenas 10 PDFs por mês, e os projetos colaborativos poderão ter até 5 membros. Os usuários do plano Premium Plus podem ter até 20 colaboradores nos projetos, e produzir ilimitados PDFs. Este mais caro custa $39 por mês, ou $390 por ano.
Aqueles que que não quiserem pagar poderão continuar no serviço, porém com limitações maiores. Entre elas está a geração de apenas até 5 PDFs por mês, e os projetos podem ter até 3 colaboradores.
A questão que fica é: pagar para quê, com a concorrência dando de graça, caso do Google Docs e inúmeras aplicações que geram PDFs?
Os planos pagos começam a valer apenas nos EUA, sendo expandidos para outros países em breve.
Veja o Press Release da Adobe.
Via Geek.com