A busca por uma mídia de armazenamento “eterna” é constante no mundo da tecnologia. Fitas, disquetes, discos ópticos e memória flash… Mas ainda estão longe do ideal.
Um grupo da Universidade de Berkeley (EUA), liderado por Alex Zettl, está trabalhando num protótipo de memória digital baseada numa nanopartícula de ferro embutida num nanotubo de carbono. Com eletricidade a nanopartícula pode se mover no interior do tubo, representando os estados 0 ou 1 – unidades básicas na computação.
Dada a construção, inclusive sem usar silício, o sistema parece que poderá durar por muito tempo sem perder o estado em condições normais – ou seja, sem perder a informação armazenada. Estima-se que poderia durar cerca de 1 bilhão de anos, humanamente falando isso pode ser considerado “para sempre”. A nova memória podera guardar 1TB de dados para cada polegada quadrada.
No momento eles pesquisam formas de tornar a tecnologia viável em larga escala. A dificuldade em fabricar os nanotubos de forma controlada e com qualidade é o principal empecilho no tempo de desenvolvimento.
Leia mais no site Inovação Tecnológica, e também num post com links relacionados no Slashdot.
Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26