Peter Bright publicou no site ArsTechnica um grande artigo comparando os velhos comportamentos da barra de tarefas do Windows com a barra do Windows 7, citando também comparações com o dock, do Mac OS X.
A mudança dos paradigmas no Windows 7 causa uma sensação estranha ao usar a nova barra de tarefas pelas primeiras vezes: ao mesmo tempo em que se mostra prática, acaba confusa, pois deixa de lado o comportamento anterior. Ela exibe agora um botão para cada aplicação, e não mais um botão para cada janela. Ao clicar num botão, miniaturas das janelas abertas da aplicação são exibidas:
E então um clique na miniatura da janela desejada alterna para a mesma. É uma forma mais moderna do agrupamento de janelas, que começou com o Windows XP.
Isso não funcionaria em aplicações antigas (ou até mesmo atuais, na verdade) MDI, dessas que abrem vários documentos numa mesma janela: a miniatura exibiria a janela do programa, não de cada documento. Porém, com o comportamento do IE, onde cada aba aparece numa miniatura, fica claro que é possível às aplicações MDI implementarem o recurso. Programas MDI atualizados deverão aproveitar os novos comportamentos.
Outra coisa que causa confusão é que os botões da nova barra “iniciar rapidamente” ficam mesclados com os botões das aplicações abertas: se a aplicação está fechada, um clique no botão irá abri-la. Se já estiver aberta, um clique alterna para a mesma.
Outra novidade do Windows 7 é que os programas podem modificar o menu que é exibido ao clicar no botão na barra de tarefas. O Live Messenger, por exemplo, facilita a alteração do estado (disponível, ocupado, ausente, etc) e o acesso a outros itens, como e-mail e site do MSN:
Outro que se beneficia disso é o Windows Media Player. Depois que o Windows 7 estiver popular, com certeza aplicações de terceiros aproveitarão o recurso também.
O artigo aborda ainda alguns outros comportamentos do desktop do Windows 7 e do Mac OS X. Confira em:
https://arstechnica.com/articles/paedia/dock-and-windows-7-taskbar.ars

