Cientistas aumentam autonomia de bateria de lítio em 90%

Uma equipe de pesquisadores sul-coreanos descobriram um meio de fabricar baterias de lítio 90% mais eficientes que as atuais baterias – ou seja, a duração seria quase duas vezes maior que as tradicionais células atuais. A nova tecnologia tem a expansão na autonomia graças ao uso de partículas porosas tridimensionais de silício, feitas de sílica e fluoreto de hidrogênio, ao invés de grafite no eletrodo negativo.

Enquanto os cientistas conhecem os benefícios do novo material, eles se confrontaram com o fato do silício se expandir em contato com o lítio; contudo, a equipe de desenvolvimento disse que contornou a situação com o uso de partículas porosas.

Os pesquisadores já deram entrada em quatro patentes básicas na Coréia do Sul, Estados unidos e União Européia. A produção comercial da bateria pode se iniciar daqui 4 anos; agora, os cientistas estão tentando integrar a bateria em painéis solares.

Nota do editor: Uma curiosidade sobre esta notícia é que o anúncio feito originalmente pela equipe de pesquisa foi distorcido no artigo publicado no TMCNet (e em seguida reproduzidon no Electronista) que, em busca de um título sensacionalista, afirmaram que a tecnologia aumentaria a duração das baterias em 8x, apenas um pouquinho a mais do que os 90% (1.8x) anunciados pela equipe de pesquisa.

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