Pesquisadores do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) e da Universidade Nacional de Seul (SNU) desenvolveram uma nova maneira de construir circuitos altamente personalizáveis, orgânicos e feitos à base de polímeros. Eles poderão ser um modelo para a produção em massa de semicondutores “imprimíveis” e de alta performance.
O novo modo de produção implica em reempilhar moléculas semicondutoras de uma camada ativa de cima para baixo. Essa produção tecnologicamente avançada de circuitos pode aumentar tanto a performance quanto a eficiência da fabricação de dispositivos para níveis nunca dantes chegados pelo silício, germânio ou outro componente tradicional.
Se a tecnologia vingar, uma nova gama de dispositivos futurísticos poderá vir à tona. Não faltarão frases como “dobrei meu celular e coloquei dentro da carteira”, “imprimi minha própria placa foto-voltaica na impressora de casa”, e ainda “vi o vídeo com as promoções daquele candidato supermercado num e-paper distribuído nas ruas” 😛
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