Placas eletrônicas viram bancos de praças e parques

A tecnologia é um ramo que está em constante atualização, tanto na parte teórica quanto prática. Dispositivos que compramos hoje, como um pen-drive, placa de vídeo, monitor ou outro qualquer, tornam-se obsoletos em pouco tempo. E, em muitos casos, quando o hardware se torna defasado, é comprado outro e o antigo é reutilizado em terminais leves, doados, ou na maioria das vezes jogado no lixo – algo que também acontece quando um componente eletrônico qualquer torna-se defeituoso ou quebrado.

Pensando em solucionar os impactos ambientais causados pelo “lixo eletrônico”, uma equipe da universidade de Shangai produziu um novo método de reciclagem que transforma os “computadores de ontem” e qualquer parafernália do ramo em “bancos digitais”. Segundo o site Inovação Tecnológica, “embora os metais contidos nos circuitos eletrônicos, como cobre, alumínio, e até ouro, já sejam reciclados, a maioria dos materiais não-metálicos continua sendo jogada em aterros sanitários. Só as placas de circuito impresso respondem por cerca de 3% de todo o lixo eletrônico, em termos de peso”.

A equipe chinesa pesquisou e criou um método novo para reciclar as placas, que podem funcionar como substitutos para madeira e materiais estruturais, “já que ele é tão resistente quanto o concreto armado, graças à presença das resinas e outros materiais fibrosos que compõem as placas de circuito impresso”, de acordo com o site. O material poderá ser usado para fabricar bancos para parques e praças, além de grelhas para esgotos, cercas e muito mais.

Fonte:

https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lix…

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Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26

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