O projeto OpenMoko veio para redefinir a experiência dos usuários, agora com seu novo handset FreeRunner, baseado em Linux. O site ArsTechnica analisou o ambiente e publicou as primeiras impressões.
Tanto o hardware como o software são abertos, o dispositivo acaba atraindo a atenção de desenvolvedores e entusiastas interessados em personalizá-lo, mesmo não estando pronto para uso ainda. O grupo espera conseguir espaço no mercado, dando ao mesmo tempo liberdade de desenvolvimento e personalização.
Essa liberdade acaba custando caro, deixando o usuário confuso sobre qual sistema rodar nele. Há três bases de desenvolvimento, uma baseada em GTK, outra mais recente baseada em Qtopia, e uma terceira ainda distante que visa reduzir a longo prazo os problemas criados pela fragmentação. Veja dois screenshots do sistema, o primeiro baseado em GTK e o segundo em Qt:
Por enquanto não dá para dizer muito sobre o comportamento dele como smartphone, é necessário ter algo mais concreto. É promissor, mas não utilizável no momento.
Veja a análise, com vários screenshots, em:

