Artigo: O que fazer com o BasicLinux

A evolução gráfica e prática do Linux se iniciou de forma mais rápida há relativamente pouco tempo, já que antes, era um sistema operacional voltado mais para a parte técnica. Não obstante, muitos hoje preferem o Linux “da forma que veio ao mundo” para cumprir apenas funções básicas e rodar em micros antigos, que não necessitem de utilitários e interfaces gráficas com design avançado, e sim da boa e velha linha de comando aliada a interfaces simples e funcionais que gastem o mínimo de memória RAM; tudo unido a um pacote que contém o essencial dos aplicativos. Aprofundando mais sobre este tema, Sergio Teixeira postou um artigo chamado “O que fazer com o BASIC LINUX” no site Viva o Linux. Leia a descrição:

“Desta vez vamos tratar daquilo que podemos e/ou não podemos fazer com esse “sabor” da GNU/Linux. Ele vem em diversas versões, sendo que de forma estranha, uma não é necessariamente “atualização” da outra como poderíamos imaginar, mas cada uma cumpre com uma finalidade diferente.”

E um trecho (conclusão): “O Basic Linux trabalha em rede, o que é evidente, por tratar-se de um Linux. Dizer isso é até mesmo uma redundância. (…) Basic Linux foi desenvolvido para ser leve, prático e extremamente rápido, não para ser necessariamente bonito ou completo. Por consumir muito pouca memória, dificilmente precisaremos de uma ‘swap’, mas nada nos impede de implementá-la; seu tamanho segue a ‘regra geral’ para PCs de RAM reduzida. Então ideal será o dobro da memória já instalada.

Tenha-se em mente que o BASIC LINUX também não foi feito para ser parecido com o Windows. Atende porém às necessidades normais de computação de um usuário mediano, mas não dos “top users”. Sendo uma distribuição minimalista, as coisas não vêm prontas, mastigadas; temos de personalizar nossa instalação. E se por um lado isso pode ser um tremendo incômodo, por outro lado nos dá a chance de entender melhor o seu funcionamento, suas particularidades, e as pequenas diferenças com relação a outras distros.(…)”

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Em que máquinas posso instalar o BASIC LINUX?
  2. O que podemos fazer em um 486 DX com 16mb ram?
  3. O que podemos fazer com um Pentium I ou II com 32mb ram
  4. O que não posso fazer com o BASIC LINUX?
  5. Observações finais

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Veja o artigo completo em:

https://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8315

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