Pesquisadores brasileiros da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) conseguiram um feito que merece destaque: aumentaram a eletroluminescência de um OLED – Organic Light Emitting Diode, ou, traduzindo, “dispositivo orgânico emissor de luz”, através da mistura de dois polímeros com diferentes propriedades, e por isso conseguiram se tornar capa da revista internacional “Synthetic Metals”.
A notícia “Descoberta brasileira em eletrônica orgânica é capa de revista internacional”, postada no site “Inovação Tecnológica“, prolonga este assunto:
“Descobertos em 1990 por dois pesquisadores norte-americanos e um japonês – que dez anos depois ganhariam o prêmio Nobel de química pelo feito – os OLEDs prometem substituir, com diversas vantagens, as telas atuais de LCD e plasma.
Como os LEDs, os OLEDs são dispositivos eletroluminescentes, que emitem luz quando expostos a uma fonte de energia elétrica. A diferença é que, em vez de serem feitos com materiais semicondutores, que são inorgânicos, os LEDs são feitos de polímeros, moléculas à base de carbono.”
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