Pergunte para qualquer adolescente, profissional ou qualquer outra pessoa que lida com informática e eletrônica no dia-a-dia, sobre como será o mundo daqui a 20 anos no que diz respeito à tecnologia e seu avanço. Certamente, responderão que teremos cada vez mais máquinas com inteligência artificial, com produtos que caminham para fora da vida, se aprofundando em tecnologias ‘inteligentes’ que não possuam nada de biológico.
Essa resposta pode estar errada. Pelo menos é o que diz uma interessante notícia publicada no site Inovação Tecnológica, afirmando que o processamento de dados pode estar ganhando um rumo voltado à introdução de materiais vivos.
“A emergente área do processamento biológico da informação pode abrir caminho para um futuro que poderá não ser tão digital quanto se imagina.
Fungos processando sinais de áudio, bactérias armazenando imagens, moléculas de DNA funcionando como circuitos lógicos, todas são possibilidades reais, algumas delas já testadas em escala de laboratório.
Os cientistas Sotirios Tsaftaris e Aggelos Katsaggelos acreditam que este é apenas o começo do nascente campo do processamento biológico da informação (…)”
Veja a notícia original em:
