Linux: qual o verdadeiro papel da comunidade?

O Linux foi um projeto iniciado por uma comunidade e que, com o tempo, foi ganhando espaço para aplicações corporativas, e com isso, várias empresas começaram a fazer do Linux um comércio. Antigamente, no ambiente desktop, tínhamos, por grande maioria, distribuições comunitárias desenvolvidas por voluntários apenas. Hoje, se pararmos para pensar, grande parte das distros “topo de linha” são desenvolvidas ou mantidas por empresas. E agora, qual o verdadeiro papel da comunidade frente a toda essa situação?

Pensando nisso, ‘LonelySpook’ publicou um artigo em seu blog, debatendo mais sobre este assunto:

“Desde sua criação em 1991 o Linux mudou muito; deixou de ser um sonho para se tornar uma realidade cada vez mais presente e acabou mostrando que pode ser uma escolha muito rentável para empresas com alguma mente aberta e empreendedorismo. Muitas empresas inteligentes perceberam que abrir o código de seus produtos facilita o desenvolvimento porquê, verdade seja dita, não há nada como ter milhares (ou até milhões) de programadores trabalhando de graça para implementar melhorias ao seu produto. Isso também significa que desenvolvedores de outros produtos terão a capacidade de aumentar a interoperabilidade com seus softwares e, no que diz respeito ao seu software, é sempre bom que ele seja usado, citado ou mesmo usado como base para plug-ins de terceiros. Foi dessa forma que o cenário do Linux mudou bastante. Já não se tratava mais de uma excentricidade, o sistema vinha, cada vez mais, parecendo um bom negócio.”

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Veja o artigo completo em:

https://lonelyspooky.com/blog/2008/04/11/linux-qual-o-verdadeiro-papel-da-comunidade/

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