“Imagine a cena: ao acionar o interruptor da sua sala ou do seu quarto, a luz não virá de uma lâmpada única, geralmente instalada no centro do teto; a luz virá de todo o teto, uma luz suave, capaz de iluminar o ambiente de forma homogênea e sem incomodar quando você estiver deitado ou precisar momentaneamente olhar para cima.
Esta é uma das possibilidades de utilização dos LEDs, lâmpadas de estado sólido de altíssima eficiência. Mais especificamente dos OLEDs, LEDs orgânicos, que podem ser fabricados por meio de impressão em materiais plásticos.”
Acho que não preciso exemplificar mais nada 🙂 Este foi o início de uma notícia publicada pelo site Inovação Tecnológica. A evolução da tecnologia em termos de telas (monitores e TVs) também vem causando impacto até na indústria de iluminação – quem dera as lâmpadas eletrônicas fluorescentes, que não são tão velhas assim no mercado – mal entram e já estão de partida. Mas agora, não só a tecnologia em si, mas o conceito também muda – com este novo meio de produção de LEDs orgânicos, todo o teto seria iluminado de forma igual – algo inusitado até então. Recentemente, a pesquisa indicada pela notícia conseguiu um fato que poderá levar este recurso para nossas casas – a produção desses OLEDs da mesma forma que se produz um jornal: de forma contínua. Além de rápido, este meio permite também a redução drástica no custo de tais telas, que não seriam aplicadas somente em tetos, mas também em “células solares orgânicas, sensores, telas de grandes dimensões para anúncios e propagandas”, etc.
Veja a notícia original em:
https://www.inovacaotecnologica.com.br
