Quem possui um portátil e costuma visitar com frequência aeroportos ou regiões como a Av. Paulista em São Paulo sabe os riscos que enfrenta de uma possível invasão. Os riscos da rede sem fio são claramente maiores, visto que a tentativa de invasão pode ser à distância e sem que você perceba – caso contrário, você iria saber muito bem quando um ‘hacker’ chegasse perto de você tentando conectar um cabo ao seu aparelho :-P. Invadir um sistema com o intuito de apagar por mero prazer os dados do invadido, ou de roubar dinheiro, é muito diferente de invadir um desfibrilador e matar uma pessoa, por exemplo. Pensando nisso, “uma equipe de três das mais importantes universidades norte-americanas demonstrou que as informações sigilosas contidas nos implantes médicos mais modernos, como marca-passos e desfibriladores, podem ser roubadas e os dispositivos podem ser reprogramados seu o conhecimento ou consentimento de seus portadores. A maioria dos marca-passos e desfibriladores mais modernos vem equipado com tecnologia wireless, que permite que o médico leia à distância todas as informações do implante, assim que o paciente chega ao consultório.”
Este foi o início desta interessante notícia publicada no site Inovação Tecnológica. Como se pode reparar, o uso de tecnologias e segurança também possui suas aplicações – e muito sérias – na saúde, sendo muito útil uma pesquisa neste segmento de garantir uma vulnerabilidade nula das redes neste ramo: “Um dos objetivos desta pesquisa é encorajar a indústria de equipamentos médicos a pensar com mais cuidado sobre a segurança e a privacidade das informações dos pacientes”.
Veja a notícia original em:
https://www.inovacaotecnologica.com.br
Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26